CCB

Plataforma de Obra

Novo Bandeirantes · ADM Londrina · Acesso Restrito

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Congregação Cristã no Brasil · CNS Pintura Programada
Dashboard
Em andamento
13 Mai 2026

Dashboard Executivo

Casa de Oração Novo Bandeirantes · Revitalização Predial 2026–2027

Progresso Geral da Obra
06/05/2026 → 17/04/2027 · 50 sábados · Padrão CNS/SW
2%
S01 · 09/05/2026S50 · 17/04/2027
50
Sábados de Obra
16
Ativid. Pré-Obra
195
Setores Mapeados
5
Patologias Críticas
◷ Próximos Sábados
◧ Fases
F1 Diagnóstico100%
F2 Compras15%
F3 Mobilização0%
F4 Pré-Obra0%
F5 Prep.Superfície0%
F6 Pintura Geral0%
F7 Finalização0%
⚠ Alertas
🚨
Marco M2 — Aprovação GT (06/06/2026): Preparar pauta com antecedência mínima de 2 semanas.
Captação do Núcleo Técnico: Coordenador, resp. segurança, 2 pedreiros sênior, esp. impermeabilização, 2 montadores NR-35.
☀️
Painéis Fotovoltaicos: Coordenar com empresa antes de impermeabilizar a laje.
📞 Contatos
Coord. CNS RA
Ir. Eliseu do Vale
(43) 99101-0800
Coord. Técnico
Ir. Renan Amaro
(43) 99643-6083
Secretário
Ir. Antônio Amaro
(44) 99965-7455
Coord. MP RA
Ir. Welton de Godoi
(43) 99626-5572

Cronograma de Obra

50 sábados · 09/05/2026 → 17/04/2027

Marcos do Projeto
M0 — Levantamento Técnico
06/05/2026
Concluído
M1 — Reunião GT Diagnóstico
10/05/2026
Concluído
F1–F2 — Planejamento e Compras
09/05→20/06/2026
Em andamento
M2 — Aprovação Comissão GT
06/06/2026
Crítico
F4 — Pré-Obra (PO-01 a PO-16)
06/06→22/08/2026
Aguardando
M7 — Liberação Paredes Internas
08/08/2026
Crítico
M8 — Início Pintura Fachadas
15/08/2026
Crítico
M14 — ENTREGA TÉCNICA FORMAL
17/04/2027
17/04/2027

Fases da Obra

Levantamento TécnicoConcluído
06/05–10/05/2026
Planejamento40%
09/05–23/05/2026
Compras15%
16/05–20/06/2026
Mobilização0%
30/05–06/06/2026
Pré-Obra0%
06/06–22/08/2026
Pintura Geral0%
15/08/2026–20/02/2027
Finalização0%
27/02–17/04/2027

Painel Financeiro

R$48.495
Tintas CNS/SW
R$20.950
Ferramentas
R$0
Realizado
R$69.445
Total Estimado
Composição
Tintas (10 SW)
R$54.937
R$54.937
Insumos
R$5.683
R$5.683
Ferramentas
R$18.913
R$18.913

Pendências

3
Críticas
3
Altas
2
Médias
!
Captar Coordenador Geral de Obra
Eng. Civil · Presença integral · Antes de S01
Crítico
!
Captar Núcleo Técnico completo
Resp. Seg. + 2 Pedreiros + Esp. Impermeab. + 2 Montadores NR-35
Crítico
!
Aprovação do Orçamento — Comissão GT
Marco M2 · 06/06/2026
Crítico
Definir posição do cofre de coletas
PO-14 · Condiciona acabamento da parede
Alto
Definir solução armário CNS Limpeza
PO-15 · Relocação ou invisível
Alto
Coordenar com empresa fotovoltaica
Laje inacessível sem remoção dos painéis
Alto
·
Visita técnica SW — Ir. Renan Amaro
(43) 99643-6083
Médio
·
Fotografar os 195 setores
Checklist disponível · Nomear: 1.jpg, 2.jpg…
Médio

Comunicados

12/05/2026 · URGENTE
Captação do Núcleo Técnico — Prioridade Máxima
Antes de qualquer convocação: 1 Coordenador, 1 Resp. Segurança, 2 Pedreiros Sênior, 1 Esp. Impermeabilização e 2 Montadores NR-35.
12/05/2026 · INFORMATIVO
Plataforma de Acompanhamento Ativada
Todas as informações do projeto serão atualizadas aqui continuamente.
10/05/2026 · REUNIÃO GT
Diagnóstico Apresentado
5 patologias críticas. Orçamento: R$69.445. Próximo marco: 06/06/2026 (M2).

Status Geral

Levantamento Técnico
Concluído · 38 fotos · 195 setores
OK
Reunião GT
Apresentado em 10/05/2026
OK
🔄
Planejamento
Em execução
Em andamento
Orçamentação
Aprovação GT em 06/06/2026
Em andamento
🔒
Pré-Obra
Início previsto 06/06/2026
Aguardando
🔒
Pintura Geral
Início previsto 15/08/2026
Aguardando
🏁
Entrega Técnica
Prevista 17/04/2027
17/04/2027

Escopo da Obra

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Distribuição de Área por Zona
Igreja / Externo
1.092 m² · 23 itens
1.092 m²
Igreja / Interno / Térreo
685 m² · 84 itens
685 m²
Pátio
823 m² · 16 itens
823 m²
Complexo / Externo
584 m² · 11 itens
584 m²
Complexo / Interno
502 m² · 28 itens
502 m²
Externa (Calçadas/Guias)
468 m² · 5 itens
468 m²
Igreja / Interno / Galeria
396 m² · 28 itens
396 m²
Distribuição por Substrato
Principal

Alvenaria

158 itens · 4.134 m²
Paredes internas, externas, pilares, barrados, pisos

Teto / Forro

Gesso

13 itens · 248 m²
Forros rebaixados, tetos internos, gesso moldado

Elementos

Madeira

12 itens · 32 m²
Portas internas e externas — verniz marítimo

Estruturas

Metal

12 itens · 137 m²
Gradis, portões, estruturas metálicas — esmalte sintético

Alertas Técnicos — Validação da Planilha
MASSA CORRIDA EM AMBIENTES EXTERNOS: A planilha original listava "Massa Corrida" como processo possível em itens externos. Massa corrida é incompatível com ambientes externos e áreas úmidas. A planilha corrigida substituiu todos esses casos por Massa Acrílica SW, conforme NBR 13245. Todos os 195 itens foram revisados e corrigidos.
PISOS PAVER (744 m²): Tinta piso convencional sobre paver externo tem durabilidade reduzida (1–2 anos). Avaliar uso de selador impermeabilizante específico para paver ou confirmar tipo de piso antes da compra dos materiais.
METAIS (137 m²): A planilha não especificava primer anticorrosivo. A especificação corrigida inclui obrigatoriamente: lixamento mecânico + primer epoxi anticorrosivo + esmalte sintético (2 demãos), garantindo durabilidade mínima de 2 anos.

Orçamento de Materiais

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

R$ 54.937
Tintas de Acabamento (10 produtos SW)
R$ 5.683
Insumos Complementares (Selador, Massa, Primer)
R$ 60.619
Total — Preço de Varejo (sem desconto)
R$ 48.495
Com Desconto Convênio CNS/SW ~20%
Composição por Produto
Produto / Linha Sherwin-WilliamsÁrea (m²)+10% PerdaLitros NecessáriosEmbalagem Ref.Custo Estimado (R$)% Total
Design Acrílico J162 — Cinza Médio Externo1.7721.949433 L25 latas 18LR$ 19.50032%
Novacor Piso Ultra — Cinza Chumbo744818298 L17 latas 18LR$ 12.80121%
Design Acrílico SW 7004 — Bola de Neve (interno)1.0191.121204 L12 latas 18LR$ 9.03615%
Design Acrílico SW 2859 — Farinha de Biju (barrados)28431262 L4 latas 18LR$ 3.1205%
Design Acrílico J161 — Nanquim (colunas ext.)12013229 L9 galões 3,6LR$ 1.7553%
Design Acrílico SW 7757 — Branco Reflexo (gesso)24827346 L3 latas 18LR$ 2.2594%
Esmalte Sintético — Cinza Médio (metais)13715146 L13 galões 3,6LR$ 1.9893%
Novacor Piso — Vermelho (tátil) + Branco (guia)19421378 L12 galões 3,6LR$ 2.2684%
Verniz Brilhante Marítimo (madeira)323511 L4 galões 3,6LR$ 6401%
SUBTOTAL — Tintas de AcabamentoR$ 54.93791%
Selador Acrílico SW 18L (toda alvenaria)4.550228 L13 latas 18LR$ 4.1607%
Massa Acrílica SW 25kg (ext.) + Massa Corrida SW (int.)2.91110 baldes 25kgR$ 1.5232%
SUBTOTAL — InsumosR$ 5.6839%
TOTAL GERAL — VAREJOR$ 60.619100%
COM DESCONTO CONVÊNIO CNS/SW ~20%R$ 48.495
💡
ECONOMIA COM OBRA VOLUNTÁRIA: Os valores acima cobrem exclusivamente materiais. Sendo esta uma obra de Pintura Programada CNS com equipe voluntária, o custo de mão de obra — estimado em 40–60% do valor de material numa contratação terceirizada — é eliminado, representando uma economia adicional de R$ 20.000 a R$ 30.000. Solicitar cotação formal do convênio junto ao Ir. Renan Amaro — (43) 99643-6083.

Equipe Operacional

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Contexto Operacional

Este estudo dimensiona a equipe mínima, ideal e máxima para execução das atividades de Pré-Obra (PO-01 a PO-16) e do sistema de pintura geral do Complexo — Casa de Oração Novo Bandeirantes. Toda a mão de obra é voluntária. O ponto de partida confirmado é: 4 pintores voluntários disponíveis, com ajudantes e serventes de recrutamento mais acessível, porém sem experiência prévia em obra. O dimensionamento considera produtividade realista de campo com voluntários, não produtividade de equipe profissional remunerada.

1 · Diagnóstico Operacional — Realidade do Voluntariado
DIFERENÇA CRÍTICA — VOLUNTÁRIO × PROFISSIONAL REMUNERADO: Um pedreiro profissional produz em média 8h contínuas com foco total. Um voluntário produz, na prática, 5–6h úteis efetivas por jornada — descontando chegada, equipamento de EPI, DDS, paradas e saída antecipada. Além disso, voluntários sem experiência demandam supervisão constante e curva de aprendizado. Todo o dimensionamento deste estudo usa coeficiente de produtividade voluntária de 0,65 sobre a produtividade de referência profissional (TCPO). Isso significa: para produzir o equivalente a 10 profissionais, são necessários 15 voluntários organizados.
Risco Principal

Falta de Qualificação

Impermeabilização, reboco com hidrófugo e tratamento de patologias estruturais não podem ser executados sem experiência. Execução errada gera dano pior que o original e compromete toda a obra.

Risco Secundário

Excesso de Voluntários

Mais de 20 pessoas simultâneas em obra sem organização gera caos, acidentes e retrabalho. A eficiência cai com excesso de gente sem função definida.

Oportunidade

4 Pintores Confirmados

4 pintores voluntários é um núcleo sólido para a frente de pintura. Com supervisão adequada, ajudantes sem experiência podem ser treinados para funções de apoio de baixo risco.

Estratégia

Núcleo Técnico + Apoio

Contratar ou captar 2–3 pedreiros voluntários experientes como núcleo técnico da pré-obra é o fator mais crítico. Ajudantes sem experiência fazem o volume — os técnicos garantem a qualidade.

2 · Perfis Profissionais — Função, Responsabilidade e Dimensionamento
Perfil Função Técnica Experiência Necessária Mínimo Ideal Prod./Dia (ref.) Impacto se em Déficit
Coordenador Geral de Obra Gestão completa: cronograma, equipes, segurança, materiais, qualidade, comunicação com a comissão Obrigatório: Eng. Civil ou Técnico em Edificações com experiência em obras 11 Presença integral — não produz m², gerencia tudo CRÍTICO — sem coordenador a obra para
Responsável por Segurança DDS diário, APR por tarefa, inspeção de EPIs, PTS para altura, isolamento de áreas, registro de incidentes Obrigatório: Treinamento NR-18 e NR-35. Desejável: Técnico em Segurança 11 Presença integral — não produz m², libera frentes CRÍTICO — obra não pode operar legalmente
Pedreiro Experiente Execução técnica: reboco, impermeabilização, reparos estruturais, nichos, assentamento cerâmico. Orienta ajudantes. Obrigatório: Min. 3 anos de experiência. Sabe leitura de nível, traços de argamassa, técnicas de impermeabilização 23 12–18 m²/dia reboco. 6–8 m²/dia cerâmica. CRÍTICO — sem pedreiro experiente, a pré-obra não avança
Ajudante de Pedreiro Mistura de argamassa, transporte de material, limpeza de área, apoio direto ao pedreiro. Aprende na prática. Desejável alguma experiência. Pode ser voluntário sem experiência com supervisão constante do pedreiro. 35 Suporte — permite ao pedreiro produzir 30–40% mais Alto — pedreiro perde tempo com tarefas de apoio
Pintor Preparo de superfície, aplicação de selador, massa e tintas SW conforme sistema especificado. Controle de demãos e intervalo. Desejável: Experiência em pintura predial. Os 4 voluntários confirmados atendem — precisam de orientação sobre o sistema CNS/SW. 4 (confirmados)6 Parede interna: 40–60 m²/dia (2 demãos). Externa: 25–40 m²/dia. Médio — cronograma estende, não compromete qualidade
Auxiliar de Pintura Mascaramento com fita/filme, proteção de pisos, preparo de tintas (diluição), limpeza de rolos/pincéis, transporte de material entre setores. Sem experiência necessária. Treinamento de 30 min. Excelente função para voluntários estreantes. 48 Permite ao pintor produzir 50% mais (sem parar para mascarar/limpar) Médio — pintor perde tempo com tarefas de suporte
Montador de Andaime Montagem, desmontagem e inspeção de andaimes tubulares. Checklist NR-18. Guia a equipe de acesso em altura. Obrigatório: Experiência comprovada em montagem de andaime. Treinamento NR-35 válido. 22 1 andaime completo por turno (montagem + desmontagem) CRÍTICO — andaime errado é risco de morte
Esp. Impermeabilização Aplicação do sistema impermeabilizante bicomponente, mantas, selantes PU. Teste de alagamento. Laudo de cada ponto. Obrigatório: Experiência específica em impermeabilização predial. Não pode ser substituído por voluntário sem experiência. 11 30–50 m²/dia impermeabilização cimentícia CRÍTICO — impermeabilização errada causa dano estrutural
Servente / Limpeza Limpeza de área, varrição, remoção de entulho, lavagem de ferramentas, organização do canteiro. Sem experiência necessária. Função ideal para voluntários de primeira viagem. 35 Canteiro limpo = segurança + produtividade de todos Baixo — desconforto e lentidão, não para a obra
Responsável por Materiais Controle de estoque, separação e entrega de material por frente, registro de consumo, rastreabilidade de lotes SW. Organização. Desejável: conhecimento básico de materiais de construção. Função ideal para voluntário organizado. 11 Elimina filas de espera por material (gargalo frequente) Alto — obra para esperando material
Responsável por Ferramentas Controle de entrada/saída de ferramentas, manutenção básica, limpeza, organização do almoxarifado. Organização. Sem experiência técnica necessária. 11 Evita perda de ferramentas e tempo procurando equipamentos Médio — perda de tempo e de materiais
Apoio Logístico / Transporte Transporte de materiais pesados dentro da obra, carga/descarga de caminhão, içamento de material em andaime. Sem experiência necessária. Devem ser pessoas com boa condição física. 23 Permite que técnicos não desperdicem energia em transporte Médio — técnicos perdem tempo com logística
3 · Dimensionamento Operacional — Mínimo, Ideal e Máximo
14Mínimo Absoluto
para operar com segurança
22Número Ideal
ganho de produtividade
30Máximo Recomendado
sem perder organização
0,65Coeficiente de
produtividade voluntária
PerfilMínimoIdealMáximo útilDisponível (Confirmado)Gap
Coordenador Geral de Obra111A definirCrítico — captar urgente
Responsável por Segurança111A definirCrítico — captar urgente
Pedreiro Experiente234A captarCrítico — pré-obra depende
Ajudante de Pedreiro356Recrutamento geralAlto — cobrir com voluntários gerais
Pintor4684 ✓ confirmadosAtendido — buscar +2 se possível
Auxiliar de Pintura4810Recrutamento geralMédio — cobrir com voluntários
Montador de Andaime222A captar (NR-35)Crítico — habilitação obrigatória
Esp. Impermeabilização112A captarCrítico — sem substituto
Servente / Limpeza356Recrutamento geralBaixo — fácil recrutamento
Responsável por Materiais111Voluntário organizadoMédio
Responsável por Ferramentas111Voluntário organizadoMédio
Apoio Logístico234Recrutamento geralBaixo
TOTAL 14 22 30 4 confirmados (pintores) 18 a captar
4 · Estrutura Hierárquica Operacional
COORDENADOR GERAL DE OBRA
Eng. Civil / Técnico Edificações — Presença Integral
RESPONSÁVEL
SEGURANÇA DO TRABALHO
NR-18 / NR-35 — DDS / APR / PTS
RESPONSÁVEL
MATERIAIS E FERRAMENTAS
Estoque · Rastreabilidade · Lotes SW
LÍDER
PRÉ-OBRA
Pedreiro Sênior
LÍDER
PINTURA
Pintor + Experiente
LÍDER
ALTURA / ANDAIME
Montador NR-35
LÍDER
APOIO / LOGÍSTICA
Voluntário Organizado
Ajudantes
de Pedreiro
3–5 pessoas
Auxiliares
de Pintura
4–8 pessoas
Equipe
Limpeza
3–5 pessoas
Apoio
Logístico
2–3 pessoas
5 · Frentes Simultâneas e Produtividade Estimada
FrenteAtividadesEquipe DedicadaPode Ser Simultânea?Prod. Diária (Voluntários)Exige Especialista?
F1 — Pré-Obra Estrutural PO-09 (reboco), PO-05 (ferragem), PO-06 (juntas), PO-14 (cofre) 2 pedreiros + 2–3 ajudantes Sim — mas com isolamento de área 8–12 m²/dia reboco. 4–6 pontos de junta/dia. Sim — pedreiro sênior obrigatório
F2 — Impermeabilização PO-01 (calafetação FV), PO-02 (forro), PO-05 (lajes) 1 especialista + 1 ajudante Sim — área isolada, somente após secagem 30–40 m²/dia bicomponente Sim — especialista sem substituto
F3 — Desmobilização Evaporativa PO-03 (difusores, dutos, evaporadoras) 2 montadores + 3–4 ajudantes Parcial — içamento requer área exclusiva 1 estrutura grande por dia Sim — montador NR-35 obrigatório
F4 — Sanitários PO-13 (demolição, assentamento, rejunte) 1 pedreiro + 1–2 ajudantes Parcial — não molhar adjacências pintadas 6–8 m²/dia cerâmica assentada Sim — pedreiro com experiência em cerâmica
F5 — Pintura Interna Selador, massa, 2 demãos SW 7004/7757/2859 2–3 pintores + 2–4 auxiliares Sim — após área completamente seca e preparada 60–90 m²/dia (2 pintores c/ auxiliares) Desejável — os 4 pintores confirmados atendem com orientação
F6 — Pintura Externa Selador, massa acrílica, 2 demãos J162/J161 2 pintores + 2 auxiliares + andaime Parcial — não operar andaime enquanto içamento ativo 40–60 m²/dia (com andaime pronto) Sim — andaime exige NR-35
F7 — Apoio / Limpeza Varição, remoção de entulho, proteção de pisos, lavagem de ferramentas 2–3 serventes Sim — função de suporte contínuo Contínuo — por demanda Não — função para voluntários estreantes
6 · Fluxo Operacional Diário — Modelo de Jornada Voluntária
7h

Abertura — Coordenador + Segurança

Coordenador e responsável por segurança chegam 30 min antes. Preparar o canteiro, verificar EPIs disponíveis, definir setores do dia, emitir APRs para frentes de risco, preparar DDS.

7h30

Recebimento da Equipe + DDS (10 min)

Todos os voluntários chegam. DDS coletivo (10 min): tema do dia, riscos das atividades, EPIs obrigatórios, setores de cada equipe. Distribuição de EPIs — ninguém entra em área de trabalho sem EPI. Assinatura da lista de presença.

7h45

Separação de Materiais e Ferramentas

Responsável por materiais e ferramentas distribui para cada líder de frente o que será usado no turno. Registro de saída. Cada frente recebe material calculado para o turno — evitar corrida ao almoxarifado durante a jornada.

8h

Início das Frentes de Trabalho (simultâneas)

Cada líder de frente inicia sua equipe. F1 (pré-obra estrutural), F2 (impermeabilização), F3 (desmobilização), F4 (sanitários), F5 (pintura interna), F6 (pintura externa) — conforme cronograma do dia. Coordenador circula entre frentes a cada 45 min.

10h

Pausa Coletiva (15 min)

Pausa coletiva obrigatória. Responsável por segurança faz ronda rápida: EPIs em uso, andaimes íntegros, isolamentos mantidos. Coordenador ajusta equipes se necessário — realocar voluntários ociosos para frentes com demanda.

12h

Almoço (60 min) + Balanço do Turno da Manhã

Coordenador faz checklist rápido com líderes: o que foi produzido, o que travou, o que falta para a tarde. Ajustar material que será necessário. Líderes registram produção no diário de obra.

13h

Retomada das Frentes

Atenção especial ao estado do substrato: materiais aplicados de manhã podem estar em fase de cura — não pisar, não molhar. Reorganizar equipes para frentes que não têm restrição de cura. Frentes de pintura geralmente avançam melhor no período da tarde (substrato mais seco).

16h30

Encerramento das Frentes + Limpeza

Todas as frentes param 30 min antes do final. Equipamentos guardados, ferramentas lavadas e devolvidas ao responsável, materiais restantes retornam ao almoxarifado com registro. Área de trabalho limpa e sinalizada para o dia seguinte.

17h

Fechamento — Coordenador + Segurança

Coordenador e responsável de segurança fazem ronda final. Verificar: nenhuma área de risco aberta sem proteção, andaimes travados, materiais inflamáveis guardados, elétrica desligada nas áreas de obra. Registrar no diário de obra: produção, intercorrências, material consumido, equipe presente.

7 · Análise de Riscos Operacionais — Mão de Obra Voluntária
RiscoProbabilidadeImpactoCausaMedida Preventiva
Impermeabilização mal executada AltaCrítico Voluntário sem experiência aplicando bicomponente com traço errado ou sem demãos cruzadas Apenas o especialista designado executa impermeabilização. Voluntários atuam exclusivamente como apoio (mistura, transporte).
Pintura sobre substrato úmido ou sem cura AltaCrítico Voluntário ansioso aplica tinta antes do tempo de cura por falta de supervisão Coordenador deve validar e liberar cada setor antes da pintura. Umidímetro disponível. Cartaz "AGUARDANDO CURA — NÃO PINTAR" no setor.
Acidente em trabalho em altura MédiaCrítico Voluntário sobe em andaime sem EPI ou sem PTS emitida Acesso ao andaime somente com PTS assinada pelo responsável de segurança. Controle físico: portão de andaime travado sem autorização.
Falta de voluntários qualificados em dias críticos MédiaAlto Pedreiro/especialista falta sem aviso — frente para completamente Identificar 1 substituto para cada função técnica crítica. Ter contato de pedreiro profissional como reserva emergencial. Replanejar cronograma com folga de 15% para absenteísmo voluntário.
Retrabalho por preparação inadequada de base MédiaAlto Ajudante lixou mal, não aplicou selador, pulou etapa Checklists de liberação por setor assinados pelo líder de frente antes de avançar para a próxima etapa. Inspeção visual do coordenador a cada seção concluída.
Excesso de voluntários sem função definida MédiaMédio Mobilização sem planejamento — todos chegam no mesmo dia sem saber o que fazer Escalonamento: convocar voluntários por frente e por dia. Máximo de 20–22 pessoas simultâneas. Lista de função pré-definida para cada voluntário antes de chegar.
Perda de rastreabilidade de materiais SW BaixaMédio Latas abertas sem registrar setor de aplicação, lotes misturados Responsável por materiais registra: lata aberta, lote, setor aplicado, quantidade consumida. Planilha de consumo diária assinada.
8 · Estimativa de Produtividade e Horas/Homem
Frente / AtividadeÁrea / VolumeProd. Voluntária/diaEquipe DedicadaDias EstimadosH/H Total Estimado
Desmobilização evaporativa (F3)6 estruturas1 estrutura/dia5 pessoas6–8 dias240–320 H/H
Calafetação fotovoltaica (PO-01)~80–120 parafusos20–30 pontos/dia2 pessoas4–6 dias48–72 H/H
Recuperação reboco / embasamento~80 m²12 m²/dia3 pessoas7–8 dias126–144 H/H
Impermeabilização lajes e bases~200 m²35 m²/dia2 pessoas6–7 dias72–84 H/H
Revestimento sanitários (4 banheiros)~120 m²6 m²/dia2–3 pessoas20–25 dias240–375 H/H
Adequações diversas (PO-10 a 16)Variado2–3 pessoas10–15 dias120–180 H/H
Pintura interna — nave e complexo1.952 m²75 m²/dia4–5 pessoas26–28 dias520–700 H/H
Pintura externa — fachadas e pátio2.658 m²50 m²/dia4 pessoas53–56 dias848–896 H/H
Metais e madeiras169 m²20 m²/dia2 pessoas8–9 dias80–90 H/H
Limpeza geral e entregaTodo complexo4–5 pessoas3–4 dias60–80 H/H
TOTAL ESTIMADO DE HORAS/HOMEM 2.354 – 2.941 H/H
Com equipe de 22 voluntários × 8h/dia × coef. 0,65 = 114 H/H efetivas/dia 21–26 semanas úteis de obra
9 · Recomendações Finais — Estratégia para Obra Voluntária
Prioridade Absoluta

Captar o Núcleo Técnico

Antes de convocar qualquer voluntário geral, é necessário ter confirmados: 1 coordenador de obra, 1 responsável de segurança, 2 pedreiros experientes, 1 especialista em impermeabilização e 2 montadores de andaime com NR-35. Sem esse núcleo, a obra não deve iniciar.

Estratégia de Convocação

Escalonamento por Fase

Não convocar todos de uma vez. Escalonar por fase: Semanas 1–3: núcleo técnico (10–12 pessoas). Semanas 4–7: incluir auxiliares e ajudantes para pré-obra. Semanas 8+: frente de pintura completa (22 pessoas simultâneas). Assim cada voluntário tem função clara desde o primeiro dia.

Capacitação Rápida

Treinamento dos 4 Pintores

Os 4 pintores confirmados devem receber treinamento específico do sistema CNS/SW antes do início: sequência de aplicação, intervalos de cura, diluição, rolos corretos por substrato. A Sherwin-Williams oferece suporte técnico via Ir. Renan Amaro — solicitar visita técnica pré-obra.

Gestão de Voluntários

Ficha de Voluntário

Cada voluntário deve preencher ficha com: nome, contato, disponibilidade de dias, experiência prévia, restrições físicas. Isso permite ao coordenador alocar cada pessoa na função certa desde o primeiro dia — eliminando o principal gerador de ociosidade em obras voluntárias.

Qualidade

Checklists por Setor

Imprimir e afixar no canteiro o checklist de cada frente. Nenhuma etapa avança sem o líder assinar o checklist da etapa anterior. Isso substitui a fiscalização contínua do coordenador e permite que voluntários se auto-verifiquem com segurança.

Cronograma

Planejar com Margem de 25%

Obra voluntária tem absenteísmo médio de 20–30% por jornada — clima, compromissos pessoais, desmotivação. Todo o cronograma deve ter margem de 25% sobre o estimado. Não comunicar datas de entrega fixas para a irmandade sem essa margem incorporada.

CONCLUSÃO DO ESTUDO DE DIMENSIONAMENTO: O projeto é viável com equipe voluntária desde que o núcleo técnico de 8 pessoas qualificadas seja captado antes do início. Os 4 pintores confirmados são um excelente ponto de partida para a frente de pintura — com treinamento específico no sistema CNS/SW e auxiliares bem orientados, representam capacidade de pintar aproximadamente 200–240 m² por semana em regime voluntário. A fase mais crítica é a pré-obra, que depende de pedreiro sênior e especialista em impermeabilização — sem eles, pintar bem se torna impossível. O investimento em organizar bem as primeiras 3 semanas define o sucesso de toda a obra.

Ferramentas e Consumíveis

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Escopo e Premissas do Estudo

Este estudo dimensiona exclusivamente ferramentas, utensílios, acessórios e consumíveis operacionais — não inclui tintas, massas, impermeabilizantes ou materiais de acabamento. Premissas: 4 frentes simultâneas, equipe voluntária de até 22 pessoas em dias de pico, jornadas aos sábados e eventualmente domingos pela manhã. O coeficiente de perda para mão de obra voluntária é de +30% sobre o mínimo profissional — rolos que se abrem, bandejas viradas, pincéis que somem. Toda a estratégia logística considera essa realidade.

1 · Ferramentas de Pintura — Levantamento e Dimensionamento
ItemEspecificação TécnicaAplicaçãoCriticidadeMín.IdealReservaVida ÚtilRisco se Faltar
Rolo de lã 23mm Pelo de lã natural ou sintética 23mm. Cabo 15cm. Marca referência: Tigre, Stamaco ou similar de qualidade. Pintura em texturas e superfícies rugosas externas (J162, J161). Principal ferramenta da frente externa. Crítico 8166 3–5 jornadas por rolo (lavado diariamente) Paralisação total da frente externa
Rolo de lã 12mm Pelo curto 12mm para superfícies lisas. Paredes internas rebocadas/com massa. Pintura interna (SW 7004, SW 7757, SW 2859). Acabamento liso e uniforme. Crítico 8166 3–6 jornadas (lavado diariamente) Paralisação total da frente interna
Rolo de espuma Espuma de células fechadas. Ideal para superfícies muito lisas (gesso, drywall, madeira). Forros de gesso (SW 7757), madeira (verniz), esmalte em metais planos. Alto 6104 1–2 jornadas (deteriora rápido com solvente) Acabamento irregular em superfícies lisas
Rolo cônico para cantos Rolo de perfil cônico para arremates em ângulos internos. Cantos de paredes internas, rodapé/teto. Elimina a necessidade de pincel nesses pontos. Médio 462 5–8 jornadas Cantos mal acabados, mais trabalho de pincel
Cabo para rolo 15cm Cabo rosqueado compatível com extensores. Plástico ou alumínio reforçado. Suporte universal para rolos 15cm. Crítico 12204 Longa — quebra por queda ou por aperto excessivo Rolo inútil sem cabo
Extensor telescópico alumínio 1,5–3m extensível. Rosca universal. Alumínio leve. Evita andaime em tetos de até 4m. Pintura de tetos e paredes altas internas sem andaime. Ganho de 40% em produtividade. Crítico 482 Longa — verificar rosca a cada jornada Andaime obrigatório para teto = lentidão 40%
Pincel 2" chanfrado Cerdas de nylon ou poliéster. Chanfrado para arremates precisos em quinas e bordas. Arremates em quinas, rodapé, teto, esquadrias, letreiro. Trabalho fino. Crítico 8144 2–4 jornadas (cerdas abrem com uso intenso) Arremates ruins = retrabalho em toda a obra
Pincel redondo nº 0 e nº 2 Cerdas finas sintéticas. Exclusivo para trabalho de detalhe fino. Restauração do letreiro (PO-16), retoques em ornamentos, cantos de esquadrias estreitas. Alto 4 (nº 0) + 4 (nº 2)6+62+2 3–5 jornadas Restauração do letreiro impossível sem este item
Trincha 3" e 4" Cerdas mistas nylon/poliéster. Cabo plástico ou madeira. Selador acrílico em superfícies irregulares, impermeabilizante bicomponente (trincha obrigatória), verniz em madeira. Alto 6103 3–5 jornadas Impermeabilização não pode ser feita com rolo — paralisação
Broxa 6" Broxa de cerdas naturais ou sintéticas. Larga para grandes áreas. Umedecimento de substrato pré-impermeabilização, aplicação de selador em grandes áreas porosas. Alto 462 4–6 jornadas Substrato seco = falha de aderência do impermeabilizante
Bandeja para pintura Plástico rígido com rampa antirrespingo. Tamanho 23cm compatível com rolos. Reservatório e distribuidor de tinta para rolos. Uma por pintor ativo. Crítico 6103 10–15 jornadas (limpa após cada uso) Pintor trabalha sem controle de tinta = desperdício
Balde plástico 20L Plástico resistente com bico vertedor. Para diluição, mistura e transporte de tinta. Diluição da tinta conforme FT SW, mistura de bicomponentes (nunca misturar em embalagem original). Alto 6103 Reutilizável — substituir se fissurar Desperdício de tinta por diluição incorreta
Misturador mecânico (furadeira + hélice) Hélice de mistura Ø120mm acoplada em furadeira elétrica. Mistura uniforme em 2–3 min. Mistura de tinta antes da aplicação (pigmentos sedimentam). Obrigatório para bicomponentes. Crítico 1 furadeira + 2 hélices2 furadeiras + 4 hélices2 hélices reserva Hélice: longa. Furadeira: verificar tensão. Tinta mal misturada = cor irregular, falha de aderência
Espátula de aço 10cm Lâmina de aço inox flexível, cabo de madeira ou plástico. Aplicação de massa, remoção de tinta solta, limpeza de superfícies, raspagem leve. Alto 6102 Longa se não dobrar ou oxidar Aplicação manual de massa fica inviável
Desempenadeira plástica 30cm Desempenadeira lisa para massa corrida/acrílica. Plástico rígido com cabo emborrachado. Aplicação e desempeno de massa nas paredes internas. Uso por todos os pintores na fase de massa. Alto 482 10–20 jornadas (material durável) Massa aplicada irregularmente = lixamento excessivo
Lixa em folha P80 / P120 / P180 / P220 Lixa de papel abrasiva. Grãos diferentes para cada fase. Vender em bloco de 50 folhas por grão. P80: remoção de tinta velha/reboco áspero. P120: lixamento de massa. P180: acabamento pré-pintura. P220: arremate fino entre demãos. Crítico 50 fls./grão100 fls./grão30 fls./grão 3–6 m² por folha dependendo do substrato Falta de lixamento = pintura sem aderência
Lixadeira orbital elétrica Disco 5" (125mm). Potência mínima 300W. Velocidade variável. Com coletor de pó integrado. Lixamento de massa seca, reboco e madeira. Substitui 4h de lixamento manual em 40 min. Alto 12 Equipamento — manutenção semestral Lixamento manual lento = atraso de 2–3 dias por setor
Escova de aço manual Aço carbono, cabo plástico. Para remoção de ferrugem, tinta velha em metais. Tratamento de gradis, portões, platibanda metálica (PO-07) antes do primer. Alto 482 2–4 jornadas (desgaste rápido em metais) Metal com ferrugem ativa = primer não adere
Disco de escova rotativa (para esmerilhadeira) Disco de arame ondulado 4.5". Para escovação mecânica grau SA 2.5 em metais. Platibanda metálica (PO-07) e estruturas com corrosão severa. Muito mais eficiente que escova manual. Alto 4 discos8 discos2 discos 3–5 m² por disco Escovação manual insuficiente para corrosão severa
Esmerilhadeira angular 4.5" (grinder) Potência 710–900W. Mandril 4.5". Para discos de escova, corte e desbaste. Escovação mecânica de metais, corte de dutos na desmobilização (PO-03), desbaste de reboco. Alto 12 Equipamento — verificar EPI obrigatório (óculos + face shield) Trabalho em metal reduzido a 20% da produtividade
Rasqueta / Raspador de tinta Lâmina de aço 10cm, cabo ergonômico. Lâminas substituíveis. Remoção de tinta empolada e descascada em fachadas e paredes antes da pintura. Alto 484 lâminas reserva Lâmina: 5–8 m². Cabo: longa duração. Tinta solta não removida = descascamento da nova pintura
2 · Materiais de Proteção e Isolamento — A Categoria Mais Subestimada
GARGALO FREQUENTE EM OBRAS VOLUNTÁRIAS: A falta de materiais de proteção é o principal gerador de retrabalho em obras. Tinta em piso novo, respingo em vidro, fita que sangra — cada um desses acidentes custa horas de limpeza e pode exigir repintura. A proteção adequada é 100% do custo de prevenção versus 500% do custo de correção. Nunca economizar nesta categoria.
ItemEspecificaçãoAplicaçãoCrit.Mín.IdealReserva
Fita crepe padrão 48mmPapel microperfurado, adesivo natural. Não sangra em superfícies lisas. Removível em 24h sem resíduo.Mascaramento de esquadrias, rodapé, quinas — uso geral.Crítico30 rolos60 rolos20 rolos
Fita crepe de precisão 3M 233 (18mm)Alta adesividade com remoção limpa. Corte em linha reta precisa. Para trabalhos de acabamento fino.Mascaramento do letreiro (PO-16), arremates em esquadrias premium, bordas críticas.Crítico6 rolos12 rolos4 rolos
Filme plástico fino (stretch)PVC esticável, bobina 50cm × 300m. Adere a si mesmo sem adesivo.Proteção rápida de equipamentos elétricos, ar-condicionado, luminárias antes de pintar.Alto4 bobinas8 bobinas2 bobinas
Lona plástica 200 micras (piso)Polietileno 200 micras. Alta resistência ao rasgo. 4×3m ou 6×4m.Proteção de pisos durante toda a obra. Imprescindível nos corredores e nave durante a pintura interna.Crítico20 lonas35 lonas8 lonas
Lona para equipamentos (A/C e painéis)Lona de ráfia ou nylon com ilhós. Para cobrir equipamentos sobre laje.Proteção das condensadoras e painéis fotovoltaicos durante lavagem e pintura externa.Alto6 lonas10 lonas2 lonas
Papel craft / papelão duploPapel craft 80g ou papelão duplo 3mm. Rolos ou folhas 1,2m.Proteção de soleiras, bancadas, mobiliário que não pode ser removido. Mais resistente que plástico em áreas de tráfego.Alto5 rolos8 rolos2 rolos
Cones de sinalização laranja 50cmPVC flexível, base lastrada. Mínimo 50cm de altura.Isolamento de áreas de trabalho, sinalização de piso molhado, delimitação de perímetro de andaime.Crítico1220
Fita zebrada amarela/preta50mm × 200m. Polietileno. Para isolamento de área.Isolamento de perímetro de obra, sinalização de áreas de risco de queda de objetos.Crítico4 rolos8 rolos2 rolos
Placa "Obra em Andamento"PVC ou alumínio, 30×20cm. Com suporte para cavalete ou fixação.NR-26 — sinalização obrigatória de áreas de trabalho. Alertar os frequentadores do Complexo.Crítico814
Placa "Piso Molhado"Plástico rígido biface, autossustentável.Após lavagem de pisos, aplicação de impermeabilizante, limpeza de área. NR-26.Alto46
Cavalete / barreira plásticaPolietileno, dobrável, 1m altura. Stackável para armazenamento.Barreira física para isolamento de corredor ou acesso durante trabalho em altura.Alto610
Protetor para maçanetas e ferragensSaco plástico ou luva de plástico reutilizável.Proteção de maçanetas, fechaduras e ferragens durante pintura de portas.Médio20 un.40 un.10 un.
3 · Ferramentas de Preparação — Lavagem, Acesso e Suporte
ItemEspecificaçãoAplicaçãoCrit.Qtde.Obs.
Lavadora de alta pressão1500–2000 PSI, motor elétrico, mangueira 5m mínimo. Com lança e bico leque 25°.Lavagem de fachadas (preparação pré-pintura), limpeza de laje, remoção de líquens e sujidade acumulada.Crítico1 mínimo / 2 idealNÃO apontar para painéis solares, esquadrias de vidro ou equipamentos elétricos. EPI: óculos + avental PVC.
Mangueira de jardim 1/2" × 20mPVC reforçado com engates rápidos. Para umedecimento de substrato, limpeza leve.Umedecimento pré-impermeabilização, limpeza de ferramentas, abastecimento de baldes.Alto2Manter sempre acoplada em ponto de água estratégico.
Escada simples alumínio 6 degrausAlumínio, carga nominal 150kg. Antiderrapante nos degraus e base.Acesso a pontos entre 2–3m sem necessidade de andaime. Uso interno exclusivamente.Alto2NR-35: qualquer serviço em altura em escada exige PTS e observador. Proibido uso em laje ou telhado.
Escada extensível alumínio 6+6Alumínio dupla, 6+6 degraus, alcance até 5,5m. Carga nominal 120kg.Acesso a paredes altas internas, trabalhos em altura controlada até 4m.Alto1Obrigatório: travamento duplo antes de subir. PTS emitida. Superfície nivelada e antiderrapante.
Andaime tubular metálico (conjunto)Andaime metálico tubular com pranchas de madeira/aço, guarda-corpo e rodapé. Capacidade 200 kg/m².Trabalhos em fachadas externas, pintura acima de 3m, desmobilização de estruturas em altura (F3).CríticoLocação conforme faseProjeto de montagem obrigatório para alturas >6m. Montagem só por profissional habilitado. Checklist NR-18 a cada turno.
Extensão elétrica 20m + benjamimCabo PP 2×1.5mm², tomada 2P+T, com protetor de emenda. Para ferramentas elétricas na obra.Alimentação de furadeira, lixadeira, esmerilhadeira em pontos distantes do quadro.Alto3NR-18: extensões não devem passar por áreas molhadas sem proteção. Verificar estado do isolamento a cada uso.
Refletor LED de obra 50WLED 50W, IP65, base articulável, cabo 3m com tomada.Iluminação provisória em ambientes sem luz natural durante obra (banheiros, depósitos, subrevestimentos).Alto2Necessário para inspeção de qualidade em pontos de sombra.
Carrinho de mão plásticoPolietileno, 70L, pneu sólido anti-flat. Carga 100kg.Transporte de argamassa, entulho, baldes de tinta, sacos de material entre setores.Alto2Principal ferramenta logística da obra. Sem ele, voluntários carregam material individualmente — lento e cansativo.
Caixa de ferramentas metálica 50cmAço zincado, travas com cadeado, divisórias internas.Organização e guarda das ferramentas por kit de frente. Uma caixa por frente de trabalho.Alto4Identificar cada caixa com a cor da frente (fita adesiva colorida). Responsável de ferramentas controla entrada/saída.
Multiferramenta (tico-tico de detalhe)Oscilante, 250W, com acessórios: lâmina de corte reto, raspador, disco de lixamento.Remoção de rejunte (PO-11), corte de compensado nos nichos (PO-04), limpeza de juntas.Alto1Ferramenta versátil que substitui várias ferramentas menores.
4 · Consumíveis Operacionais — Apoio e Limpeza
ItemEspecificaçãoAplicaçãoQtde. MínimaQtde. IdealFrequência de Reposição
Pano industrial / EstopaAlgodão cru, 500g/pacote. Para limpeza, absorção, proteção.Limpeza de ferramentas, absorção de respingos, limpeza de superfícies pré-pintura, proteção de peças delicadas.10 pacotes20 pacotesSemanal
Saco para entulho 200L (ráfia)Ráfia trançada reforçada, costura dupla. Capacidade 200L.Descarte de reboco removido, embalagens usadas, resíduos de obra. Um saco por frente de demolição por dia.30 un.60 un.Por jornada de demolição
Luvas de borracha (limpeza)Látex ou nitrilo, tamanho M e G. Para manuseio de materiais químicos e limpeza.Limpeza de ferramentas com água e solvente, manuseio de impermeabilizantes e selantes.10 pares20 paresSemanal
Luvas de raspa (mecânica)Vaqueta com reforço na palma. Para manuseio de materiais pesados e cortantes.Desmobilização evaporativa, transporte de andaime, manuseio de chapa metálica cortada.8 pares15 paresQuinzenal
Óculos de segurança incolorPolicarbonato, anti-risco, haste ajustável. CA válido.Lixamento, escovação mecânica, demolição, trabalho com esmerilhadeira e lavadora.10 un.20 un.Substituir se arranhar
Máscara respirador PFF2 (N95)PFF2 / N95, com válvula exalatória. Para proteção de particulado fino.Lixamento de massa e reboco (pó fino de gesso e sílica), demolição, limpeza de laje.20 un.40 un.Por jornada de trabalho com pó
Capacete de segurança Classe BAba completa, jugular, Classe B (proteção elétrica). CA válido.Todo trabalho em área de obra, especialmente em altura e sob andaime. Uso obrigatório por todos.15 un.25 un.Substituir após impacto
Bota de segurança (botina)Couro, biqueira de aço, solado antiderrapante. CA válido.Todo colaborador em área de obra. Sem bota, sem acesso à área de trabalho.15 pares25 paresVerificar CA — substituir a cada 12 meses
Etiqueta de identificação (caixa/frente)Etiqueta adesiva 10×5cm com espaço para escrita. Coloridas por frente.Identificação de caixas de ferramenta por frente de trabalho, rotulagem de material por setor.50 un.100 un.Por necessidade
Prancheta com ficha de controlePrancheta plástica A4 com clipe. Ficha impressa de controle de ferramentas.Controle de entrada/saída de ferramentas pelo responsável. Uma por frente de trabalho.4 un.6 un.Permanente
Marcador permanente (pilot) pretoPonta grossa e fina. Para identificação de embalagens, ferramentas e setores.Escrever nome da frente em ferramentas, marcar nível em paredes, identificar lotes de material.6 un.10 un.Por necessidade
Régua de alumínio 120cmAlumínio extrudado, com nível de bolha integrado. Para verificação de planeza.Verificação de planeza após reboco e massa, alinhamento de molduras, guia de corte reto.2 un.4 un.Permanente — verificar calibração do nível
Trena 5mFita de aço, trava automática, com travamento. Largura 19mm.Medição de áreas, conferência de esquadros, posicionamento de proteção, conferência de produção.3 un.6 un.Substituir se fita enrolar ou travar
Nível de bolha 60cmAlumínio, 2 bolhas (horizontal e vertical), precisão ±0.5mm/m.Verificação de prumo em novos rebocos, instalação de platibanda e elementos retos.2 un.3 un.Verificar calibração mensalmente
5 · Kit por Frente de Trabalho — Distribuição Diária
Kit F1 — Pré-Obra Estrutural (Pedreiro + Ajudantes)

Conteúdo da Caixa Azul

  • 2 espátulas de aço 10cm
  • 1 desempenadeira plástica 30cm
  • 2 pincéis 3" (para selador e impermeabilizante)
  • 1 trincha 4" (impermeabilizante bicomponente)
  • 1 broxa 6" (umedecimento de substrato)
  • 2 panos industriais
  • 1 balde 20L + 1 balde 10L
  • 1 escova de aço manual
  • Folhas de lixa P80, P120
  • 2 sacos de entulho 200L
  • EPIs: capacetes, óculos, luvas de borracha e raspa, máscaras PFF2
  • 1 trena 5m + 1 nível 60cm
Kit F2 — Impermeabilização (Especialista)

Conteúdo da Caixa Vermelha

  • 2 trinchas 4" (exclusivas para impermeabilizante)
  • 1 broxa 6" (umedecimento)
  • 2 brochas de rolo para membrana
  • 1 balde graduado 20L + espátula misturadora
  • 1 misturador mecânico (hélice em furadeira)
  • 2 panos industriais + 1 pacote estopa
  • Fita crepe 48mm (1 rolo) para mascaramento de bordas
  • 1 faca para corte de manta
  • Régua 120cm
  • EPIs completos (especialmente luvas de nitrilo)
Kit F5 — Pintura Interna (2 Pintores + 2 Auxiliares)

Conteúdo da Caixa Verde

  • 4 rolos de lã 12mm com cabo
  • 2 extensores telescópicos 1,5–3m
  • 2 rolos cônicos para cantos
  • 4 pincéis 2" chanfrado (arremates)
  • 2 bandejas 23cm
  • 2 baldes 20L
  • 1 hélice de mistura + furadeira
  • 2 desempenadeiras plásticas (fase de massa)
  • Folhas de lixa P180, P220
  • Fita crepe 48mm (3 rolos) + lona 200 micras
  • 2 panos industriais
  • EPIs: capacetes, óculos, luvas de borracha
Kit F6 — Pintura Externa (2 Pintores + Auxiliares)

Conteúdo da Caixa Amarela

  • 4 rolos de lã 23mm com cabo
  • 2 extensores telescópicos 1,5–3m
  • 4 pincéis 2" chanfrado
  • 2 bandejas 23cm
  • 2 baldes 20L
  • 1 rasqueta + lâminas reserva
  • 2 escovas de aço manual
  • Folhas de lixa P80, P120
  • Fita crepe 48mm (3 rolos) + filme stretch (1 bobina)
  • Lonas para equipamentos (2 un.)
  • EPIs completos + talabarte Y (para andaime)
6 · Estratégia Logística — Controle, Armazenamento e Distribuição
01

Almoxarifado Central — Organização por Categoria

Um único ponto de armazenamento, com acesso controlado pelo Responsável por Ferramentas. Prateleiras identificadas por categoria: Rolos / Pincéis / Proteção / Consumíveis / EPI / Ferramentas elétricas. Tudo identificado com etiqueta colorida por frente. Ferramentas elétricas em armário fechado com chave.

02

Distribuição por Kit de Frente — Na Abertura do Turno

Cada líder de frente retira sua caixa de ferramentas identificada (Azul / Vermelha / Verde / Amarela). Assina a ficha de retirada. O kit tem exatamente o que a frente precisa no dia — o líder não precisa ir ao almoxarifado durante a jornada, eliminando o principal gerador de ociosidade em obras voluntárias.

03

Limpeza de Ferramentas — Antes de Devolver

Regra inegociável: nenhuma ferramenta volta ao almoxarifado suja. Rolos e pincéis lavados com água até saída clara (tinta base água). Espátulas e desempenadeiras raspadas e enxugadas. Bandejas lavadas e secas. Lona plástica dobrada. O responsável por ferramentas confere antes de aceitar a devolução.

04

Controle de Desgaste — Ficha de Vida Útil

Cada rolo e pincel tem uma ficha simples: data de entrada, quantas jornadas de uso, estado (Bom / Desgastado / Inutilizável). O responsável por ferramentas descarta quando atingir o limite e repõe do estoque de reserva. Isso evita o uso de rolo aberto ou pincel com cerdas soltas que comprometem o acabamento.

05

Identificação de Equipes — Sistema de Cores

F1 Pré-obra = Azul. F2 Impermeabilização = Vermelho. F5 Pintura Interna = Verde. F6 Pintura Externa = Amarelo. Desmobilização = Cinza. Cada caixa, cada balde, cada bandeja tem uma tira de fita colorida identificando a frente. Elimina a confusão de "quem pegou minha bandeja" que paralisa equipes voluntárias.

06

Estoque de Reserva — Reposição Imediata

Manter em estoque de reserva: 30% dos rolos e pincéis, 100% de fitas e lonas (consumíveis que esgotam rapidamente). Quando o estoque de reserva atingir 50% do nível inicial, disparar a solicitação de recompra. Nunca começar uma jornada sabendo que um item crítico pode acabar no meio do turno.

7 · Lista Mestra Consolidada — Quantitativos para Compra
CategoriaItemQtde. MínimaQtde. IdealReservaCriticidade
Rolos e CabosRolo lã 23mm (externo)8166Crítico
Rolo lã 12mm (interno)8166Crítico
Rolo espuma (gesso/madeira)6104Alto
Rolo cônico para cantos462Médio
Cabo para rolo 15cm12204Crítico
Extensor telescópico alumínio482Crítico
Pincéis e TrinchasPincel 2" chanfrado8144Crítico
Pincel redondo nº 0462Alto
Pincel redondo nº 2462Alto
Trincha 3" e 4"6103Alto
Broxa 6"462Alto
Acessórios PinturaBandeja 23cm6103Crítico
Balde plástico 20L6103Alto
Espátula de aço 10cm6102Alto
Desempenadeira plástica 30cm482Alto
Lixas e AbrasivosLixa folha P80 (pacote 50fls)2 pct4 pct1 pctCrítico
Lixa folha P1202 pct4 pct1 pctCrítico
Lixa folha P1802 pct4 pct1 pctCrítico
Lixa folha P2202 pct4 pct1 pctCrítico
Escova de aço manual482Alto
Proteção e FitasFita crepe 48mm30 rolos60 rolos20 rolosCrítico
Fita crepe 3M 233 (18mm)6 rolos12 rolos4 rolosCrítico
Lona plástica 200 micras20 lonas35 lonas8 lonasCrítico
Filme stretch (bobina 50cm)4 bobinas8 bobinas2 bobinasAlto
Cones de sinalização 50cm1220Crítico
Fita zebrada 50mm4 rolos8 rolos2 rolosCrítico
EPIsCapacete Classe B c/ jugular1525Crítico
Óculos de segurança1020Crítico
Máscara respirador PFF22040Crítico
Luvas de borracha (M e G)10 pares20 paresAlto
Luvas de raspa8 pares15 paresAlto
EQUIPAMENTOS (locação ou aquisição)Lavadora alta pressão1 min / 2 idealCrítico
Lixadeira orbital 5"1 min / 2 idealAlto
Esmerilhadeira 4.5"1 min / 2 idealAlto
Multiferramenta oscilante1Alto
Andaime tubular (conjunto)Locação por faseCrítico
💡
GARGALOS MAIS CRÍTICOS IDENTIFICADOS: Com base na análise operacional, os 5 itens que mais geram paralisação quando faltam são, em ordem: (1) Fita crepe — sem ela a pintura para ou gera retrabalho de limpeza; (2) Rolos de lã — item de maior consumo diário; (3) Extensor telescópico — sem ele tetos demandam andaime, lentidão de 40%; (4) Lona de piso — sem ela não se pode pintar sobre piso acabado; (5) Pincel 2" — arremate sem pincel gera linha irregular que desvaloriza toda a parede pintada. Estes 5 itens devem ter estoque de reserva sempre disponível, independente do estado do restante.

Diagnóstico Técnico de Patologias

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Distribuição de Criticidade — 38 Registros Fotográficos
Crítico — intervenção imediata
5 ocorrências
26%
Alto — resolver antes de pintar
7 ocorrências
37%
Médio — tratar durante preparo
3 ocorrências
16%
Baixo — pintura padrão
4 ocorrências
21%
Fichas de Patologia — Levantamento Real
CódigoPatologiaFotos de ReferênciaLocalizaçãoCausa RaizIntervenção ObrigatóriaCriticidade
PAT-06/07Ferragem Exposta + CarbonataçãoIMG_4084Verga/pilar externoCobrimento insuficiente + ausência de manutençãoLaudo estrutural → passivação → graute de reparoCrítico
PAT-02Infiltração Ativa — Paredes InternasIMG_4082 · IMG_4081Paredes internas c/ manchamentoFalha de impermeabilização nas coberturasImpermeabilizar coberturas → aguardar 30 dias → repintarCrítico
PAT-04/08Descascamento + Umidade AscendenteIMG_4086 · IMG_4085Embasamento externo — múltiplos cantosAusência de barreira hídrica no baldrameCristalizante + selamento de juntas PU + repinturaCrítico
PAT-06Corrosão Ativa — Platibanda MetálicaIMG_4078 · DronePlatibanda metálica — perímetro totalExposição prolongada sem manutenção anticorrosivaEscovação SA 2.5 → primer epoxi → esmalte sintético 2×Crítico
PAT-12Falha de Impermeabilização — LajesIMG_4075 · IMG_4074 · IMG_4077 · IMG_4079 · IMG_40805 lajes de cobertura e terraçosManta asfáltica com vida útil esgotadaRefazer impermeabilização completa — teste alagamento 72hCrítico
PAT-04Descascamento — Pilares InternosIMG_4090 · IMG_4089Capitéis/base de pilares naveSubstrato sem fundo preparador, movimentaçãoRaspagem total → selador → massa acrílica → pinturaAlto
PAT-02Infiltração — Forro MineralIMG_4094Forro rebaixado mineralOrigem na cobertura — mesma causa PAT-12Resolver origem → substituir placa afetadaCrítico
PAT-05/09Eflorescência + BolorIMG_4083 · IMG_4096Casa de bombas + sanitáriosUmidade crônica + ventilação insuficienteÁcido muriático diluído → fungicida → tinta antimofoAlto
PAT-10Falha de JuntaIMG_4086 · IMG_4085 · IMG_4075Juntas de canto externasSelante envelhecido não renovadoRemover selante → backer rod → PU bicomponenteAlto
Alertas Específicos do Levantamento com Drone (DJI)
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PAINÉIS FOTOVOLTAICOS NA LAJE DA NAVE: O levantamento aéreo revelou que praticamente toda a laje principal está coberta por um sistema fotovoltaico instalado. Isso torna inviável a impermeabilização convencional da laje da nave sem remoção e reinstalação dos painéis. Ação necessária: coordenar com a empresa instaladora do sistema solar antes de incluir essa laje no escopo de impermeabilização. Tratar apenas as bordas acessíveis e a platibanda até essa definição.
CORROSÃO SISTÊMICA NA PLATIBANDA: As imagens de drone confirmaram que a corrosão metálica na platibanda é generalizada em todo o perímetro, não pontual. O volume de serviço de escovação mecânica e tratamento anticorrosivo é significativamente maior do que o aparente nas fotos terrestres.

Cronograma Físico

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Gráfico de Gantt — Faseamento de 12 Semanas
Atividade S1S2S3S4S5S6 S7S8S9S10S11S12
Levantamento e Aprovação
Levantamento
Compras e Mobilização
Compras
⚠ Impermeabilização Coberturas
Impermeabilização
⚠ Reparos — Patologias Críticas
Reparos
⚠ Prep. Superfície Externa
Prep. Externa
⚠ Pintura Externa (Fachadas)
Pintura Externa
Prep. Superfície Interna
Prep. Interna
Pintura Interna
Pintura Interna
Metais + Madeiras
Metais/Mad.
⚠ Pisos e Calçadas
Pisos
⚠ Limpeza + Entrega Técnica
Entrega

⚠ Atividades marcadas com ⚠ pertencem ao caminho crítico — qualquer atraso impacta a data de entrega final.

Matriz de Dependências — Caminho Crítico
Cód.AtividadePredecessoraDependênciaFolgaCrítica?
ALevantamento e Aprovação0Sim
BCompras e MobilizaçãoAInício-Início (+2d)0Sim
CImpermeabilização CoberturasBFim-Início0Sim
DReparos — Patologias CríticasC (parcial)Início-Início (+3d)0Sim
EPreparação Superfície ExternaDFim-Início0Sim
FPintura ExternaEFim-Início0Sim
GPreparação Superfície InternaBInício-Início (+5d)5dNão
HPintura InternaG + C (30 dias secagem)Fim-Início3dNão
IMetais + MadeirasF, H (parcial)Início-Início2dNão
JPisos e CalçadasIFim-Início0Sim
KLimpeza e Entrega TécnicaF,H,I,JFim-Início0Sim

Pré-Obra e Intervenção

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

🚨
REGRA ABSOLUTA — NBR 13245: Nenhuma pintura de acabamento pode ser executada sobre substrato com patologia ativa não tratada. Pintar sobre as patologias críticas identificadas resultará em falha precoce do sistema, perda total do investimento e agravamento das patologias. As Fases 0-A, 0-B e 0-C são pré-requisitos sem exceção.

🔧
Bloco Integrado
Atividades Pré-Obra — PO-01 a PO-16
Preparação completa antes de qualquer pintura · 16 frentes mapeadas · Pré-requisito absoluto

Conceito da Fase Pré-Obra

A Fase Pré-Obra agrupa todas as atividades que devem ser concluídas antes do início de qualquer serviço de pintura. Nenhuma dessas atividades é opcional — são pré-requisitos técnicos que, se ignorados, resultarão em falha precoce do sistema de pintura, retrabalho e agravamento das patologias. Esta fase inclui: calafetação dos tarugamentos fotovoltaicos, desmobilização do sistema de climatização evaporativa, adequação dos nichos e fechamentos, reparos estruturais e correções de alvenaria, metais e juntas.

Mapa de Atividades Pré-Obra — Visão Integrada
Cód.AtividadeLocalizaçãoPredecessoraImpacto se IgnoradaCriticidade
PO-01 Calafetação dos parafusos de tarugamento — Painéis Fotovoltaicos Telhado da Igreja + Telhado do Complexo Infiltração contínua deteriorando forro mineral e gesso da nave Crítico
PO-02 Substituição das placas de forro mineral danificadas pela infiltração Nave — forro modular (área afetada confirmada IMG_4094) PO-01 concluída + 7 dias sem nova infiltração Pintar sobre placa danificada — falha certa em 30 dias Crítico
PO-03 Desmobilização sistema de climatização evaporativa Nave (difusores) + Laje 1º patamar + Telhado 2º patamar PO-01 (telhado livre para acesso) Impossibilidade de pintar áreas onde estruturas estão fixadas Crítico
PO-04 Fechamento dos nichos (compensado naval) — parede de fundo Nave — parede de fundo (2 pontos) PO-03 F01 concluída Pintura não pode ser aplicada sobre compensado — vedação obrigatória Crítico
PO-05 Passivação da ferragem + graute estrutural Pilar/verga externo (IMG_4084) Pintura sobre patologia ativa — falha estrutural progressiva Crítico
PO-06 Selamento de juntas de canto externas + cristalizante no embasamento Embasamento externo — múltiplos cantos (IMG_4086) Umidade ascendente provoca falha da pintura em 6–12 meses Crítico
PO-07 Tratamento anticorrosivo da platibanda metálica Platibanda — perímetro total (IMG_4078 + Drone) PO-03 (acesso laje liberado) Corrosão avança, mancha a fachada, compromete a pintura Alto
PO-08 Secagem comprovada das paredes internas Paredes com manchas de infiltração (IMG_4082/4081) PO-01 + PO-02 + 30 dias secagem Empolamento garantido se pintar sobre substrato úmido Crítico
PO-09 Recuperação do reboco degradado por cristalização salina — rodapé do estacionamento coberto (parede lateral da cozinha) Complexo — estacionamento coberto, parede lateral (cozinha), nível do rodapé Pintar sobre reboco degradado = falha em dias. Cristalização salina destrói qualquer película de tinta aplicada sobre substrato comprometido. Crítico
PO-10 Troca dos plafons externos danificados Áreas externas — entradas, corredores, fachada Plafon deteriorado mancha a alvenaria pintada com percolação de água. Pintar em torno de plafon velho resulta em retrabalho imediato. Alto
PO-11 Retirada e refazimento do rejunte nos corredores laterais e frontal da nave Corredores laterais (irmãos / irmãs) + corredor frontal da nave Rejunte solto acumula água e sujidade. Pintar sem rejeitar resulta em infiltração e manchamento da pintura nova. Alto
PO-12 Recuperação das bordas em granito nos lances de escada Escadas — bordas de granito danificadas Bordas lascadas expõem substrato, risco de acidentes e incompatibilidade visual com a obra concluída. Médio
PO-13 Troca dos revestimentos dos sanitários (Masc., Fem., PCD Masc., PCD Fem.) Sanitário Masculino, Feminino, PCD Masculino, PCD Feminino Revestimento solto ou deteriorado impede acabamento adequado. Obra de alvenaria molhada deve preceder toda pintura adjacente. Crítico
PO-14 Migração do cofre de coletas do Complexo para a Nave Complexo (origem) → Nave (destino) Abertura e fechamento de alvenaria para embutir cofre. Reparos devem curar antes da pintura. Atividade envolve segurança patrimonial. Alto
PO-15 Adequação do armário CNS Limpeza da Nave (relocação ou armário invisível) Nave — posição atual do armário CNS Limpeza Armário existente interfere no acabamento da nave. Definição da solução condiciona o acabamento das paredes adjacentes. Médio
PO-16 Restauração do Letreiro "Em Nome do Senhor Jesus" — 1º Patamar Fachada / parede — 1º patamar Letreiro será restaurado (não substituído). Executar antes da pintura da parede adjacente. Restauração prévia é obrigatória — pintar a parede antes de restaurar o letreiro compromete o acabamento. A parede adjacente só recebe pintura final após conclusão da restauração. Alto
PO-01 — Calafetação dos Tarugamentos Fotovoltaicos (Detalhamento Técnico)
☀️
DIAGNÓSTICO CONFIRMADO — IMG_4094: A mancha amarelo-acastanhada na placa de forro mineral modular (tipo Armstrong) é infiltração ativa originada nos furos de fixação dos parafusos de tarugamento dos trilhos do sistema fotovoltaico. O padrão pontual e radial da mancha é característico de penetração hídrica por furo único não vedado. Confirmado nos dois telhados: telhado da Igreja (laje com painéis) e telhado do Complexo. Cada parafuso não calafetado é um ponto de infiltração potencial.
Causa Raiz

Furos Não Vedados

Os parafusos de fixação dos tarugos (trilhos de alumínio) perfuram a telha/manta e entram na estrutura. Sem vedante adequado, a água de chuva percola pelo furo, escorre pela estrutura e chega ao forro interno. O volume de água é pequeno mas contínuo — suficiente para saturar a placa mineral.

Extensão do Problema

Dois Telhados Afetados

Telhado da Igreja: laje com sistema fotovoltaico de grande porte (dezenas de painéis confirmados pelo drone). Telhado do Complexo: cobertura com painéis adicionais. Cada painel tem múltiplos pontos de fixação — o levantamento ponto a ponto é obrigatório.

Dano Secundário

Forro Mineral Danificado

Placa mineral saturada perde resistência mecânica, mancha e pode desabar. A placa afetada não pode ser pintada — substituição obrigatória. Pintar sobre placa úmida ou manchada garante falha em 30 dias. Substituir somente após vedação completa e secagem confirmada.

#AçãoMaterialResponsávelCritério de Aceite
PO-01.1 Levantamento ponto a ponto de todos os parafusos de tarugamento — percorrer 100% do perímetro dos trilhos nos dois telhados. Marcar com tinta spray cada parafuso inspecionado. Identificar os que apresentam: a) ausência de vedante, b) vedante deteriorado/rachado, c) vedante correto. Documentar com foto e croqui. Tinta spray marcadora, croqui impresso Técnico habilitado + NR-35 100% dos parafusos mapeados com status registrado
PO-01.2 Limpeza dos pontos a calafetar — remover vedante velho deteriorado com espátula. Limpar o entorno com pano embebido em solvente (thinner ou álcool isopropílico). Aguardar superfície completamente seca antes de aplicar o novo vedante. Espátula, thinner, pano limpo Técnico Superfície limpa, seca, sem resíduo do vedante antigo
PO-01.3 Aplicação de vedante adequado ao substrato:
Telha cerâmica: Selante de poliuretano monocomponente (ex: Sika Flex 1A ou similar) — flexível, resistente a UV e ciclos térmicos. Aplicar ao redor do parafuso em cordão contínuo, pressionando para o interior do furo.
Laje/manta asfáltica: Calafetação com mástique asfáltico ou argamassa polimérica + reforço com manta autoadesiva de alumínio sobre o ponto, mínimo 10cm de raio.
Sika Flex 1A ou PU monocomponente / mástique asfáltico + manta autoadesiva alumínio Técnico especializado Cordão contínuo sem vazios, aderido em 360°, sem bolhas
PO-01.4 Teste de estanqueidade após 72h de cura — aplicar água com mangueira sobre cada ponto calafetado por 5 minutos. Inspecionar internamente (forro) durante e após o teste. Qualquer umidade detectada: retratar o ponto. Mangueira, lanterna Técnico + inspetor interno Zero umidade detectada no forro após teste
PO-01.5 Registro fotográfico final — foto de cada ponto antes e depois da calafetação. Numerar os pontos no croqui. Arquivar no dossiê de obra como prova de execução. Câmera / celular Técnico Croqui 100% preenchido, arquivo fotográfico completo
PO-02 — Substituição das Placas de Forro Mineral Danificadas
SEQUÊNCIA OBRIGATÓRIA: A substituição das placas de forro só pode ser executada após a conclusão e teste de PO-01 (calafetação) e confirmação de no mínimo 7 dias sem nova ocorrência de infiltração. Substituir a placa antes de resolver a origem é desperdício garantido — a nova placa será danificada nas próximas chuvas.
#AçãoMaterialResponsávelCritério de Aceite
PO-02.1 Mapear todas as placas do forro mineral afetadas por manchas, deformações ou saturação hídrica. Não se limitar à área visivelmente manchada — verificar as placas adjacentes com umidímetro (pode haver saturação não visível a olho nu). Umidímetro de superfície Técnico Mapa de placas com status (OK / Substituir)
PO-02.2 Remover as placas condenadas cuidadosamente — não danificar a estrutura da grelha metálica (perfis T). Verificar o estado dos perfis T: se houver corrosão ou deformação, incluir na lista de substituição. Pedreiro / técnico forro Grelha íntegra após retirada das placas
PO-02.3 Verificar e substituir perfis T e pendurais corroídos. A infiltração crônica corrói os perfis metálicos — não basta trocar só a placa se o perfil estiver comprometido. Perfis T e pendurais padrão Armstrong (ou equivalente) Técnico especializado em forro Grelha nivelada, sem deflexão visível
PO-02.4 Instalar as novas placas do mesmo padrão (tipo, dimensão e textura) do forro existente. Usar placas com tratamento antimoisture se disponível. Alinhamento perfeito com as placas adjacentes. Placa mineral modular 625×625mm ou 625×1250mm — mesmo padrão existente Técnico especializado Visual: impossível distinguir placa nova da existente a 2m
Cronograma Integrado da Fase Pré-Obra — Sequência e Dependências
Linha do Tempo — Fase Pré-Obra (Semanas 1 a 7)
PO-01 Calafetação FV
S1 – S2
PO-02 Forro mineral
S2 – S3
PO-03 Desmobilização
S1 – S4 (paralelo)
PO-04 Nichos/fechamentos
S2 – S5
PO-05 Passivação ferragem
S1 – S4 (cura 28d)
PO-06 Juntas + cristalizante
S1 – S3
PO-07 Platibanda metálica
S3 – S5
PO-08 Cura paredes (30d)
S2 – S7 (aguardar umidímetro)
PO-09 Reboco estac./cozinha
S1 – S6
PO-10 Plafons externos
S1 – S2
PO-11 Rejunte corredores
S1 – S3
PO-12 Bordas granito escada
S2 – S4
PO-13 Revestim. sanitários
S1 – S5 (alvenaria molhada)
PO-14 Migração cofre
S1 – S4 (cura alvenaria)
PO-15 Armário CNS Limpeza
S1 – S3 (decisão + exec.)
PO-16 Restauração letreiro
S2 – S5 (restaurar antes de pintar)
Crítico
Alto
Aguardar cura
★ A pintura só inicia após S7 — quando PO-01 a PO-16 estiverem concluídas e liberadas
PO-09 — Recuperação do Reboco Degradado por Cristalização Salina (Estacionamento Coberto / Cozinha)
DIAGNÓSTICO TÉCNICO — PATOLOGIA ATIVA: O desplacamento do reboco no rodapé da parede lateral da cozinha no estacionamento coberto é causado por cristalização salina — mecanismo em que a umidade ascendente (capilaridade do solo) transporta sais solúveis através da rede capilar da alvenaria. Quando a água evapora, os sais cristalizam no interior dos poros do reboco, gerando tensões expansivas que fraturam e destroem o revestimento de dentro para fora. A localização — piso do estacionamento coberto, com baixa ventilação e exposição permanente à umidade — é ambiente favorável para o ciclo contínuo de umedecimento e secagem que acelera a destruição. Aplicar pintura diretamente sobre esse substrato é tecnicamente ineficaz — o novo revestimento falhará em dias.
Causa Raiz

Ascensão Capilar + Sais Solúveis

Umidade do solo sobe pela alvenaria por capilaridade. Carrega sais higroscópicos dissolvidos (sulfatos, cloretos, nitratos). Ao evaporar na superfície, os sais cristalizam e expandem dentro dos poros do reboco — tensão interna que literalmente explode o revestimento.

Agravantes no Local

Estacionamento Coberto

Ambiente semi-confinado com baixa ventilação dificulta a evaporação natural, mantendo o substrato permanentemente úmido. Piso impermeabilizado concentra a umidade nas paredes. Carga de veículos pode introduzir óleos e fluidos que transportam sais adicionais.

Por que não pintar diretamente

Falha Garantida sem Tratamento

A película de tinta não tem resistência mecânica para suportar as tensões de cristalização salina. Mesmo a tinta de maior qualidade aplicada sobre substrato com sais ativos descasca em dias/semanas. O tratamento correto elimina a causa — não mascara o sintoma.

#EtapaDescrição Técnica DetalhadaMaterialPrazo / CuraCritério de Aceite
PO-09.1 Diagnóstico e demarcação da área Percorrer toda a extensão da parede. Sondar com martelo de borracha — som oco indica descolamento, mesmo sem sinal visual. Demarcar com giz ou lápis toda a área a remover, incluindo 20cm além da área visualmente degradada (zona de transição comprometida não visível). Martelo de borracha, giz Mapa completo da área a remover. Nenhuma zona comprometida deixada para trás.
PO-09.2 Remoção integral do reboco deteriorado Remover todo o revestimento degradado até atingir substrato íntegro e firme. Utilizar talhadeira e marreta ou esmerilhadeira com disco de desbaste. Proibido remover apenas a camada superficial — a contaminação por sais vai até o substrato. Varrer e soprar toda a poeira e resíduos. EPI: óculos, máscara P2, luvas, proteção auditiva. Talhadeira, marreta, esmerilhadeira c/ disco Substrato firme ao toque, sem soa oco, sem material pulverulento solto.
PO-09.3 Recomposição de juntas e alvenaria Verificar o estado das juntas de assentamento da alvenaria exposta. Rejuntar todas as juntas abertas, vazias ou com argamassa solta com argamassa de cimento e cal (traço 1:2:8). Substituir blocos cerâmicos com fissuras ou fraturas por peças íntegras. Aguardar cura mínima de 24h antes da próxima etapa. Argamassa de cal e cimento 1:2:8 24h de cura Juntas preenchidas, sem vazio. Alvenaria estável ao toque.
PO-09.4 Umedecimento controlado do substrato Umedecer a superfície com broxa e água limpa até atingir saturação superficial sem empoçamento. O substrato deve estar úmido (não seco e não encharcado) para garantir aderência do impermeabilizante e evitar absorção rápida de água do sistema que compromete a cura. Broxa, água limpa Superfície com brilho de umidade — sem empoçamento, sem aspecto seco.
PO-09.5 Aplicação do sistema impermeabilizante cimentício bicomponente Aplicar impermeabilizante cimentício bicomponente de base mineral (ex: Vedacit Bicomponente, Quartzolit Bicomponente ou equivalente técnico) com trincha ou broxa, em demãos cruzadas sucessivas — 1ª demão na vertical, 2ª demão na horizontal, 3ª demão na vertical (mínimo 3 demãos ou conforme consumo mínimo do fabricante). Respeitar rigorosamente o intervalo de cura entre demãos (geralmente 4–6h). Não aplicar sob sol intenso, vento excessivo ou substrato quente — risco de perda de água e comprometimento da cura. Impermeabilizante cimentício bicomponente (Vedacit, Quartzolit ou similar) + trincha 4–6h entre demãos · 72h cura total Cobertura uniforme, sem falhas. Espessura mínima conforme FT do fabricante. Visual: película contínua sem pinholes.
PO-09.6 Chapisco aditivado com promotor de aderência Após cura completa do impermeabilizante (mínimo 72h), aplicar chapisco com argamassa de cimento Portland (traço 1:3) aditivada com promotor de aderência acrílico (proporção conforme fabricante — geralmente 10% do volume de água). Lançar o chapisco projetado cobrindo 100% da superfície. Aguardar cura mínima de 24h antes de iniciar o reboco. Cimento Portland CP-II, areia grossa, promotor de aderência acrílico 24h de cura Chapisco aderido, rugoso, cobertura uniforme. Sem destacamento ao toque.
PO-09.7 Novo reboco argamassado com aditivo hidrófugo Aplicar novo revestimento argamassado com argamassa de cimento, cal e areia (traço 1:2:8 ou conforme dosagem técnica) com incorporação de aditivo impermeabilizante/hidrofugante à mistura (ex: Vedacit líquido, Sika 1 ou similar). Espessura: 15–20mm, aplicada em duas camadas com intervalo de 24h. Desempenar com régua e desempenadeira. A incorporação do hidrófugo reduz a absorção capilar do novo reboco e aumenta a durabilidade do sistema. Cimento CP-II, cal hidratada CH-I, areia média, aditivo hidrófugo (Vedacit liq. ou Sika 1) 24h entre camadas · 28 dias cura total Superfície plana, firme, sem fissuras. Nível verificado. Espessura ≥15mm.
PO-09.8 Cura completa e verificação antes da pintura Aguardar cura mínima de 28 dias do novo reboco antes de aplicar selador ou tinta. Verificar com umidímetro: mínimo 3 pontos na área recuperada, leitura máxima de 12%. Verificar ausência de fissuras de retração — se houver, selar com selante acrílico antes de pintar. Registrar data de conclusão e data de liberação para pintura no diário de obra. Umidímetro de superfície, selante acrílico (se necessário) 28 dias mínimo Umidímetro ≤12% em todos os pontos. Zero fissuras abertas. Data de liberação registrada.
PO-09.9 Sistema de pintura — sequência final Após liberação: selador acrílico SW (1 demão) → massa acrílica SW (ambiente semi-externo) → lixamento P220 → 2 demãos tinta SW J162 (cinza médio, fosco) alinhando cor e textura com a parede adjacente do estacionamento. Verificar que não há diferença visual entre área recuperada e parede original a 3m de distância. Selador acrílico SW + Massa Acrílica SW + Tinta J162 SW Conforme FT de cada produto Visual indistinguível da parede adjacente. Cor e textura uniformes. Aderência aprovada (teste de corte NBR 11003).
SOBRE A ORIGEM DA UMIDADE: O documento técnico de referência é claro: "A simples recomposição superficial do reboco sem eliminação da origem da umidade tende a resultar em recorrência das manifestações patológicas." No caso do estacionamento coberto, a ascensão capilar do solo é a causa primária. Se possível, avaliar a execução de uma barreira hídrica horizontal no baldrame (injeção de resina hidrofóbica ou corte e inserção de manta) para bloqueio permanente da ascensão. Esta intervenção, se viável, deve ser realizada antes de PO-09.5, pois aumenta significativamente a durabilidade do sistema recuperado. Sem o bloqueio da origem, o ciclo poderá se repetir em 3–5 anos.
PO-10 — Troca dos Plafons nos Ambientes Externos
Por que antes da pintura

Sequência Obrigatória

A troca do plafon envolve a remoção do fixture existente, exposição da caixa elétrica embutida e reinstalação com nova luminária. Ao remover o plafon velho, fica exposta área de parede sem pintura e com possíveis danos no reboco. Qualquer reparo necessário no entorno deve curar antes da pintura. Se pintar primeiro: a luminária nova danifica a pintura nova durante a instalação.

Escopo Técnico

Execução

1. Desligar circuito no quadro (NR-10). 2. Remover luminária/plafon antigo. 3. Inspecionar caixa de passagem — substituir se deteriorada. 4. Inspecionar fiação — substituir se ressecada ou sem isolação. 5. Instalar nova luminária LED externa IP65 (mínimo) compatível com ambiente externo. 6. Reparar reboco do entorno se necessário. 7. Somente após cura do reparo, liberar para pintura.

Especificação

Luminária Nova

Plafon LED externo, grau de proteção mínimo IP65 (resistente a jatos d'água), temperatura de cor compatível com o ambiente (3000K–4000K). Rosca E27 ou LED integrado. Verificar se o padrão visual é compatível com a identidade da edificação — uniformidade entre todos os pontos externos.

PO-11 — Retirada e Refazimento do Rejunte — Corredores Laterais e Frontal da Nave
#EtapaDescriçãoMaterialCuraCritério
PO-11.1Retirada mecânica do rejunte soltoUtilizar multiferramenta com disco de corte de rejunte (não usar esmerilhadeira — risco de danificar o piso) ou ponteira de tico-tico com lâmina de rejunte. Profundidade mínima de remoção: 5mm ou até encontrar material aderido. Aspirar e limpar todo o resíduo. Proteger paredes e rodapés com fita crepe antes de iniciar.Multiferramenta c/ disco rejunteRanhura limpa, sem material solto, profundidade ≥5mm
PO-11.2Limpeza e preparaçãoLimpar as ranhuras com escova de aço e aspirador. Aplicar primer para rejunte se a junta for porosa (cerâmica não esmaltada) ou se o rejunte novo for epóxi. Umedecer levemente as bordas da peça cerâmica para evitar absorção rápida da água do rejunte.Escova, aspirador, primer p/ rejunte (se necessário)Ranhura seca e limpa, sem pó
PO-11.3Aplicação do novo rejunteUtilizar rejunte flexível com aditivo impermeabilizante para corredores de circulação intensa (ex: Rejunte Flexível Portokoll, Quartzolit ou similar). Cor: manter o padrão existente ou padronizar conforme decisão da comissão. Aplicar com desempenadeira de borracha em movimentos diagonais. Preencher completamente a junta sem deixar vazio.Rejunte flexível impermeabilizante24h antes de molhar · 72h cura totalJunta cheia, superfície lisa, cor uniforme
PO-11.4Limpeza e curaRemover excesso com esponja úmida antes de secar completamente (janela de 15–20 min). Polir com pano seco após a limpeza inicial. Não lavar com água corrente nas primeiras 24h. Proteger o corredor do tráfego por 24h mínimo após aplicação.Esponja, pano limpo72h curaSem névoa de rejunte sobre as peças. Junta uniforme a olho nu.
PO-12 — Recuperação das Bordas em Granito nos Lances de Escada
Diagnóstico

Bordas Lascadas

Lascas em bordas de granito em escadas são causadas por impacto mecânico (queda de objetos, batidas de rodas de carrinhos, uso intenso). Além do aspecto estético, bordas danificadas criam arestas cortantes — risco de acidentes — e expõem o substrato ao ressecamento progressivo, agravando a perda.

Solução Técnica

Recomposição com Massa Epóxi

1. Limpar a área danificada com solvente. 2. Lixar levemente para remover pó e oleosidade. 3. Misturar massa epóxi bicomponente para granito na cor o mais próxima possível. 4. Aplicar com espátula, moldando a forma original da borda. 5. Aguardar cura completa (24h). 6. Lixar progressivamente P120→P220→P400. 7. Polir com politriz e pasta diamantada.

Proteção Final

Selador e Borda de Proteção

Aplicar selador para granito (cristalizante ou resina acrílica) em toda a extensão do piso da escada após a recuperação. Para escadas de alta circulação, avaliar a instalação de perfil metálico de proteção de borda (alumínio ou aço inox) fixado sobre a aresta recuperada — aumenta durabilidade e evita recorrência.

PO-13 — Troca dos Revestimentos dos Sanitários (Masculino, Feminino, PCD Masc., PCD Fem.)
OBRA MOLHADA — PRECEDE TODA PINTURA ADJACENTE: A troca de revestimento cerâmico é a atividade de maior impacto no cronograma pré-pintura. Envolve demolição (vibração, pó, água), assentamento (argamassa úmida), cura (mínimo 72h para argamassa + 72h para rejunte) e secagem total do ambiente. Toda pintura nas paredes adjacentes e forros dos sanitários e corredores próximos só pode ser executada após a conclusão e cura completa desta etapa.
#EtapaDescriçãoMaterialCuraCritério
PO-13.1Demolição do revestimento existenteRetirar todo o revestimento cerâmico (piso e parede) com talhadeira pneumática ou elétrica. Proteger ralos, caixas de inspeção e louças com plástico. Remover a argamassa de assentamento até atingir substrato de alvenaria íntegro. Verificar o estado do impermeabilizante existente na base do banheiro — se deteriorado, refazer.Talhadeira, marreta, EPI completoSubstrato limpo, sem argamassa residual aderida solta
PO-13.2Verificação e recuperação da impermeabilização de baseInspecionar a manta/impermeabilizante existente no piso e rodapé (mínimo 30cm de subida na parede). Substituir onde houver falha. Novo impermeabilizante: membrana acrílica flexível ou cimentícia bicomponente — subida mínima de 30cm na parede, manta de reforço nos cantos piso-parede. Teste de alagamento 24h antes de assentar.Impermeabilizante bicomponente ou manta acrílica72h + teste 24hZero infiltração no teste de alagamento
PO-13.3Assentamento do novo revestimentoArgamassa colante AC-III para áreas molhadas. Definir o padrão da nova cerâmica antes de comprar — aprovação prévia da comissão obrigatória (modelo, cor, formato, acabamento). Aplicar argamassa com desempenadeira dentada, assentar com espaçadores plásticos. Verificar nível e caimento do piso (mínimo 1,5% em direção ao ralo). Não caminhar sobre o piso assentado por 48h.Argamassa AC-III, espaçadores, nível, régua48h antes de rejeitarNível plano nas paredes, caimento correto no piso, peça firme ao pressionar
PO-13.4RejuntamentoRejunte cimentício com aditivo impermeabilizante para sanitários ou rejunte epóxi bicomponente para áreas de alta umidade. Cor compatível com o novo revestimento. Aplicar com desempenadeira de borracha. Limpar excesso em até 20 minutos com esponja úmida.Rejunte epóxi ou cimentício impermeabilizante72h curaJuntas cheias, uniformes, sem poros ou vazios
PO-13.5Reinstalação das louças e metaisReinstalar vasos, lavatórios, torneiras, barras de apoio (PCD), papeleiras e demais metais. Verificar aterramento elétrico dos metais. Nos sanitários PCD: verificar conformidade com NBR 9050 — alturas, barras de apoio, espaços livres de manobra. Testar todos os sifões e conexões antes de fechar.Silicone sanitário, parafusos inox, buchas24h siliconeZero vazamento. Conformidade NBR 9050 nos sanitários PCD.
PO-14 — Migração do Cofre de Coletas do Complexo para a Nave
🔐
ATIVIDADE COM INTERFACE DE SEGURANÇA PATRIMONIAL: A migração do cofre de coletas envolve abertura de alvenaria para embutir a caixa metálica, trabalho que requer coordenação direta com os responsáveis pela custódia das coletas. O cofre não deve ficar sem proteção em nenhum momento durante a migração. Recomendado executar em uma única jornada de trabalho, com o cofre sendo retirado de um local e instalado no destino no mesmo dia.
Etapa 1 — Origem (Complexo)

Remoção e Fechamento

1. Retirar o cofre com acompanhamento dos responsáveis. 2. Fechar o nicho com alvenaria (tijolo maciço + argamassa). 3. Chapisco + reboco nivelado com a parede. 4. Cura mínima 28 dias. 5. Selador + pintura compatível com a área do Complexo.

Etapa 2 — Destino (Nave)

Nicho e Instalação

1. Definir posição exata na Nave — altura, parede, posição relativa ao altar e circulação. 2. Abrir nicho na alvenaria com dimensões do cofre + 2cm de folga. 3. Instalar chumbadores de ancoragem. 4. Fixar cofre. 5. Recompor entorno com argamassa. 6. Acabamento com selador e pintura SW 7004.

Decisão Anterior

Definir Local na Nave

A posição do cofre na Nave deve ser decidida antes do início da obra de pintura — a definição condiciona o acabamento de toda a parede receptora. Considerar: acessibilidade controlada, discrição visual, distância do altar, evitar áreas de circulação intensa.

PO-15 — Adequação do Armário CNS Limpeza da Nave
Opção A — Relocação

Mover para Novo Local

Definir novo local funcional fora da vista principal da nave (corredor lateral, anexo, área de serviço). Retirar o armário atual, reparar as marcas na parede (reboco + selador + pintura). Instalar no novo local com fixação adequada. A parede original fica disponível para receber o sistema de pintura completo.

Opção B — Armário Invisível

Integração à Parede

Armário embutido com porta pintada na mesma cor e textura da parede — visualmente desaparece. Execução: abrir vão na alvenaria, instalar caixilho metálico, porta MDF com dobradiça oculta, pintura idêntica à parede (SW 7004). Custo maior, resultado mais refinado.

Decisão Necessária

Definir Antes da Pintura

Esta decisão é pré-requisito técnico. A solução escolhida define exatamente o que acontece com a parede adjacente. Sem decisão, a equipe de pintura não sabe o que fazer com aquela área. Recomenda-se aprovar em reunião de comissão antes da Semana 2 da pré-obra.

PO-16 — Restauração do Letreiro "Em Nome do Senhor Jesus" — 1º Patamar
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DECISÃO CONFIRMADA — RESTAURAÇÃO: O letreiro "Em Nome do Senhor Jesus" do 1º patamar será restaurado, não substituído. Trata-se de elemento simbólico de alto valor para a irmandade. O padrão CNS especifica: letras em Tinta Acrílica Preto Absoluto Fosco — Sherwin-Williams sobre arco com fundo branco. A restauração deve ser executada por pintor com habilidade para trabalho de detalhe fino — é a atividade de maior precisão de toda a obra de pintura.
Sequência Obrigatória

Restauração Antes da Pintura da Parede

A restauração do letreiro deve ser concluída antes da pintura da parede adjacente. O processo inverso (pintar a parede e depois restaurar o letreiro) gera respingos e sujidade na tinta nova, exigindo retrabalho. Sequência correta: restaurar letreiro → mascarar → pintar parede → remover máscara.

Inspeção Prévia

Avaliar Estado do Relevo

Antes de iniciar, inspecionar cada letra do relevo: identificar lascas, fissuras, letras com argamassa solta, fixações com problema. Registrar fotografia por letra. A inspeção define se a restauração é apenas repintura ou envolve recomposição de relevos com massa epóxi ou argamassa de acabamento.

Perfil do Executor

Pintor com Habilidade de Detalhe

Dentre os 4 pintores voluntários, selecionar o de maior habilidade para trabalho fino. Pincel redondo nº 2 e nº 0 para as letras. Mão firme, paciência e familiaridade com lettering são diferenciais. Não usar rolo nem trincha nas letras — somente pincel fino.

#EtapaDescrição TécnicaMaterial / FerramentaExecutorCritério de Aceite
PO-16.1 Inspeção e mapeamento fotográfico Fotografar cada letra individualmente. Mapear: letras com relevo fissurado, pintura descascada, sujidade por deposição, alteração de cor. Elaborar lista de pontos a restaurar por letra. Câmera, lanterna lateral (para revelar relevos) Pintor + Coordenador Mapa completo com status por letra. Definição: repintura simples ou recomposição de relevo.
PO-16.2 Limpeza e remoção de sujidade Lavar o letreiro com pano levemente úmido e detergente neutro diluído. Remover pó, resíduos de tinta solta, manchas de umidade. Enxaguar com pano seco. Não usar água sob pressão — risco de infiltrar nas fissuras do relevo e soltar argamassa. Pano de algodão, detergente neutro, escova macia Pintor auxiliar Superfície limpa, seca, sem resíduos soltos.
PO-16.3 Recomposição de relevos danificados (onde necessário) Onde houver lascas ou perda de massa no relevo das letras: aplicar massa epóxi bicomponente para alvenaria ou massa de acabamento compatível, moldando a forma original da letra com espátula e molde de papel. Lixar suavemente após cura (P220). Resultado deve ser imperceptível à visão normal. Massa epóxi bicomponente, espátula de detalhe, lixa P220, molde Pedreiro ou pintor experiente Relevo restabelecido. Diferença de nível entre área restaurada e original ≤ 0,5mm.
PO-16.4 Pintura do fundo do arco (branco) Mascarar as letras com fita crepe de precisão (3M 233 ou similar — não usar fita azul comum, que sangra). Aplicar 2 demãos de tinta branca no fundo do arco — SW 7757 Branco Reflexo Intenso, pincel de 2". Retirar a máscara das letras antes da secagem completa (técnica wet-edge) para evitar rebarba. Fita crepe de precisão 3M 233, pincel 2", SW 7757 Pintor (o mais habilidoso) Fundo branco uniforme, sem sangramento sob a fita, bordas das letras nítidas.
PO-16.5 Pintura das letras (Preto Absoluto SW) Aplicar Tinta Acrílica Preto Absoluto Fosco — Sherwin-Williams com pincel redondo nº 2 nas letras grandes e nº 0 nas serifas e detalhes finos. 2 demãos com intervalo de 2h. Trabalhar letra por letra, da esquerda para a direita. Usar gabarito de papel para verificar espessura visual das hastes de cada letra. Pincel redondo nº 0 e nº 2, Preto Absoluto Fosco SW, gabarito em papel Pintor — o mais habilidoso da equipe Letras uniformes em espessura, preto profundo sem áreas cinzas. Bordas nítidas. Visual idêntico ao original a 3m de distância.
PO-16.6 Mascaramento e pintura da parede adjacente Após cura completa do letreiro (48h), mascarar todo o arco do letreiro com fita + filme plástico. Executar a pintura da parede com SW 7004 Bola de Neve normalmente. Retirar a máscara quando a tinta da parede ainda estiver levemente úmida — evita rebarba. Fita crepe 48mm, filme plástico, SW 7004 Pintor Linha de encontro parede/arco nítida, sem rebarba. Letreiro íntegro após retirada da máscara.
PO-16.7 Inspeção final e retoques Inspeção a 1m e a 3m de distância, com luz rasante. Corrigir qualquer sangramento, imperfeição de borda ou área com cobertura insuficiente. Registrar fotografias do resultado final — pareadas com as fotos da inspeção inicial (PO-16.1). Arquivar no dossiê de obra. Pincel fino nº 0, Preto Absoluto SW, câmera Pintor + Coordenador Aprovação visual pelo coordenador. Fotografia final arquivada. Nenhum detalhe visível a 3m de distância.
Checklist de Liberação da Fase Pré-Obra — Pré-Pintura

Fases Pré-Requisito — Antes de Qualquer Pintura
0A
Crítico — Fase 0-A

Passivação de Ferragem + Graute Estrutural

Pilar/verga externo (IMG_4084) — ferragem com oxidação ativa e concreto carbonatado. Sequência: hidrojateamento → conversão de ferrugem → passivador epoxi → graute de reparo estrutural. Aguardar 28 dias de cura antes de prosseguir na área. Laudo estrutural recomendado antes do início.

0B
Crítico — Fase 0-B

Impermeabilização Completa das Coberturas e Lajes

5 lajes de cobertura com falha confirmada de impermeabilização. Refazer manta asfáltica com subida mínima 30cm nas paredes, vedação de bases de dutos e equipamentos. Atenção: laje da nave está coberta por painéis solares — coordenar com empresa instaladora antes. Teste de alagamento 72h obrigatório antes de liberar para pintura interna.

0C
Crítico — Fase 0-C

Secagem Comprovada das Paredes Internas Afetadas

Paredes com manchas de infiltração (IMG_4082/4081). Após resolução da origem (Fase 0-B), aguardar secagem completa. Critério de liberação: umidímetro ≤ 12% em todos os pontos afetados. Prazo mínimo: 30 dias. Não abreviar este prazo sob nenhuma circunstância.

1A
Alta — Fase 1-A

Tratamento Anticorrosivo — Platibanda Metálica

Corrosão generalizada em todo o perímetro (confirmada pelo drone). Escovação mecânica grau SA 2.5, primer epoxi anticorrosivo, esmalte sintético SW Cinza Médio 2×. Aguardar cura do primer (24h mínimo antes da demão de acabamento).

1B
Alta — Fase 1-B

Selamento de Juntas + Cristalizante no Embasamento

Juntas de canto externas abertas (IMG_4086/4085). Remover selante velho, backer rod + selante PU bicomponente. Cristalizante no embasamento para bloqueio da umidade ascendente. Aguardar cura 14 dias antes de pintar a região.

2
Execução — Fase 2

Preparação de Superfície Geral

Lavagem hidráulica (120–200 bar), raspagem de tinta solta, lixamento P80→P120, tratamento de mofo/eflorescência onde identificado. Aplicação de selador acrílico SW em toda alvenaria externa. Somente após aprovação de inspeção por setor.

3
Execução — Fase 3

Aplicação dos Sistemas de Pintura — Padrão CNS/SW

Seguir sequência: Selador → Massa Acrílica (externo) / Massa Corrida (interno seco) → Lixamento P220 → 2 demãos de acabamento conforme especificação. Intervalos mínimos entre demãos conforme ficha técnica de cada produto. Controle de qualidade por setor antes de liberar para próxima etapa.

Cuidados Especiais na Execução
Elemento simbólico

Letreiro "Em Nome do Senhor Jesus"

Mascaramento completo com fita crepe de alta qualidade + filme plástico antes de qualquer trabalho na nave. Retoques com pincel fino tamanho 0. Aprovação visual do encarregado antes de remover a proteção.

Equipamentos

A/C e Painéis Fotovoltaicos

Proteger todas as condensadoras sobre lajes com lona impermeável. Não realizar lavagem de alta pressão na direção dos painéis. Coordenar com empresa de energia solar para qualquer serviço sobre a laje da nave.

NR-10 / NR-18

Eletrodutos Aparentes

Desligar circuitos antes de qualquer lavagem com pressão nas áreas externas. Proteger eletrodutos com fita + filme plástico antes de pintar. Não pintar caixas elétricas sem autorização do responsável elétrico.

Desmobilização

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

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ATIVIDADE PREDECESSORA CRÍTICA: A remoção completa do sistema evaporativo é pré-requisito para o início de qualquer serviço de pintura, impermeabilização e adequação de fachada. Estruturas metálicas de grande porte em altura, dutos internos atravessando a nave, difusores fixados aos pilares e nichos tapados com compensado — tudo precisa ser executado, finalizado e os "buracos" devidamente fechados antes que a equipe de pintura possa iniciar. Esta etapa envolve içamento, trabalho em altura, equipe especializada e logística complexa.
Mapeamento das Estruturas a Remover — Por Localização
Laje Principal (1º Patamar)

Evaporadoras + Dutos Externos

2 unidades evaporadoras de grande porte sobre a laje do complexo. Duto metálico circular de grande diâmetro (≈ 80 cm) apoiado sobre a laje e atravessando a parede. Base metálica de fixação ancorada na estrutura. Linhas de alimentação hídrica e elétrica. Acesso via escada caracol — içamento para nível da rua.

Telhado (2º Patamar)

Equipamentos sobre Telhado

Equipamentos evaporativos instalados sobre a cobertura de telha cerâmica do corpo secundário. Estrutura de sustentação fixada na calha/cumeeira. Dutos de distribuição passando pelo telhado. Acesso crítico — superfície inclinada de telha cerâmica, exige andaime externo ou plataforma.

Interior — Nave Principal

Difusores + Dutos Internos

4 difusores nos cantos da nave (2 lado irmãos + 2 lado irmãs), fixados nos pilares/capitel em altura ≈ 6–8m. 2 difusores direção do púlpito (frente/fundo). 2 nichos tapados com compensado naval (parede de fundo) onde estavam difusores removidos para instalação das evaporadoras de A/C. Dutos de distribuição internos.

Diagnóstico Visual — Estruturas Identificadas nas Fotos
Ref. FotoElemento IdentificadoLocalizaçãoEstadoComplexidade Remoção
IMG_4090 / 4089 Difusores de insuflamento — pilares da nave
Grelha metálica retangular fixada no capitel do pilar, conectada a duto de distribuição no forro
Nave principal — 4 cantos, ≈ 6–8m de altura Em uso como estrutura / sem função evaporativa Alta — trabalho em altura
IMG_4068 / 4069 Duto metálico circular de grande porte
Duto Ø≈80cm em chapa metálica, apoiado sobre a laje, conectado à parede da edificação. Borda de extremidade descolada — sinal de desgaste estrutural do duto.
Laje do complexo (1º patamar) Deteriorado — borda descolada, corrosão interna Alta — peso elevado, içamento
IMG_4075 / IMG_4079 Evaporadora + base de fixação na laje
Unidade evaporadora grande porte fixada por chumbadores na laje. Manta impermeabilizante deteriorada na interface base-laje, confirmando que a base é fonte de infiltração.
Laje do complexo (1º patamar) Inativo — base causa infiltração comprovada Alta — içamento, refazer impermeabilização
DJI_863 / DJI_864 Platibanda metálica + dutos externos
Drone confirma duto de distribuição saindo pelo topo da platibanda, estrutura de suporte na fachada lateral. Corrosão severa visível na platibanda metálica em todo o trecho adjacente aos dutos.
Fachada lateral / platibanda — vista aérea Corrosão ativa — escorrimento de ferrugem na fachada Alta — andaime, platibanda, içamento
DJI_867 / DJI_868 Equipamentos sobre telhado cerâmico
Unidades evaporadoras de menor porte instaladas sobre o telhado de telha cerâmica do corpo secundário. Estrutura de suporte sobre a cumeeira. Calha com corrosão adjacente.
Telhado 2º patamar (telha cerâmica) Inativo — estrutura de suporte oxidada Alta — inclinação do telhado, fragilidade
Levantamento in loco Nichos com compensado naval — parede fundo
2 aberturas retangulares na parede de fundo da nave (lado irmãos / lado irmãs), tapadas provisoriamente com chapa de compensado naval aparafusada. Espaço interno do nicho a verificar.
Parede de fundo da nave — 2 pontos Provisório — compensado sem acabamento Média — alvenaria + reboco + pintura
Plano Executivo de Remoção — Sequência por Frente de Trabalho
FRENTE 01 Difusores Internos da Nave — 4 Cantos + 2 Púlpito Duração estimada: 2–3 dias
#AçãoResponsávelEPI/EPCCritério
1.1Instalar andaime tubular nos 4 cantos da nave para acesso aos difusores (alt. ≈6–8m). Projeto de montagem obrigatório. Guarda-corpo em todo o perímetro.Montador habilitadoNR-18 / NR-35 · Capacete, talabarte, guarda-corpoChecklist de andaime assinado
1.2Desligar e seccionar toda a rede de distribuição hídrica e elétrica conectada ao sistema evaporativo. Verificar com multímetro antes de qualquer toque.Eletricista habilitadoNR-10 · EPI classe II, detector de tensãoRede sem tensão comprovada
1.3Soltar os 4 difusores de canto (IMG_4090/4089) — desaparafusar da estrutura do capitel. Amarrar com corda guia antes de soltar para controle da descida. Não deixar cair.2 pedreiros + manobrista cordaTalabarte, cinto, corda 13mmPeça descida com controle, sem impacto
1.4Desmontar o duto de distribuição interno no forro/pilar — trecho por trecho. Verificar se há fixação estrutural ou apenas apoio. Isolar área abaixo com lona + isolamento visual para os fiéis.Equipe desmontagemCapacete, óculos, máscara particuladoForro íntegro após retirada
1.5Descer todo o material ao nível térreo (interno) via andaime ou corda guia controlada. Organizar e separar: metal ferroso, PVC, chapa galvanizada — para destinação/descarte.Equipe + manobristaCapacetes, luvas resistência mecânicaÁrea limpa, material organizado
1.6Avaliar os 2 difusores no eixo do púlpito — remoção ou adaptação conforme posicionamento exato. Verificar se há interferência com as novas evaporadoras de A/C instaladas.Eng. Civil / Técnico AVACIdem frente 1Sem conflito com sistema A/C ativo
FRENTE 02 Estruturas Externas — Laje 1º Patamar (Dutos + Evaporadoras) Duração estimada: 2–3 dias
#AçãoResponsávelEPI/EPCCritério
2.1Instalar linha de vida horizontal em aço 10mm ao longo do perímetro da laje onde haverá circulação. PTS emitida. Definir ponto de credenciamento de acesso à laje.Eng. SegurançaNR-35 · Linha de vida, trava-quedasLinha de vida certificada e testada
2.2Instalar andaime fachadeiro externo na lateral da edificação para acesso aos dutos que atravessam a platibanda e para içamento das estruturas até o nível da rua.Montador habilitadoNR-18 / NR-35 · Guarda-corpo, talabarteAndaime com projeto, carga ≥200 kg/m²
2.3Seccionar e remover o duto metálico circular (Ø≈80cm) da laje. Corte por seções com esmerilhadeira. Cada seção amarrada com talha manual antes do corte. Mínimo 3 pessoas na laje para manobra.3 pedreiros + operador talhaTalabarte, óculos proteção, luvas + proteção auditivaSeções não superiores a 50kg por manobra
2.4Içamento para nível da rua: Usar talha manual fixada em estrutura certificada (não usar o guarda-corpo do andaime como ponto de içamento — somente estrutura dedicada). Descer cada seção controladamente. Sinalizar área embaixo com cone + vigília de uma pessoa exclusiva.Operador talha + vigília na ruaCapacetes para todos na área de içamentoNinguém abaixo da carga durante içamento
2.5Remover as evaporadoras da laje (unidades de grande porte). Desconectar tubulação hidráulica e elétrica antes. Pesar estimativamente — se >200kg, usar guindaste ou plataforma elevatória. Não improvizar içamento manual para cargas pesadas.Empresa especializada ou equipe c/ guindastePlano de rigging se >200kgConfirmação de peso antes da decisão
2.6Após remoção das bases: retirar chumbadores, regularizar o concreto da laje nos pontos de fixação. Aplicar argamassa de reparo. Impermeabilizar os pontos tratados antes de qualquer outra etapa.Pedreiro + impermeabilizadorCapacete, luvas, óculosSuperfície nivelada, impermeabilizada e testada
FRENTE 03 Equipamentos sobre Telhado Cerâmico — 2º Patamar Duração estimada: 1–2 dias
#AçãoResponsávelEPI/EPCCritério
3.1ATENÇÃO ESPECIAL: O acesso ao telhado cerâmico é extremamente crítico. Telha cerâmica não suporta carga concentrada — uso obrigatório de tábua de distribuição de carga (sarrafo 3cm) sobre as telhas para qualquer circulação. Proibido caminhar diretamente sobre as telhas.Todos da equipe — treinamento específicoNR-35 · Talabarte, linha de vida, capacete, sapato com sola maciaNenhuma telha quebrada no processo
3.2Instalar andaime fachadeiro no perímetro externo do corpo secundário para acesso lateral à cobertura e içamento dos equipamentos para o nível da rua.Montador habilitadoNR-18 · Guarda-corpo completoAndaime com travamento na fachada
3.3Remover os equipamentos evaporativos e estrutura de suporte sobre o telhado. Desconectar todos os ramais antes. Içar com talha ou manualmente se peso permitir (≤80kg por peça com 2 pessoas).Equipe 2 pessoas + manobristaTalabartes, linhas de vida individuaisCobertura sem danos após remoção
3.4Verificar e reparar todas as telhas afetadas pelas fixações e circulação. Repor telhas quebradas ou fissuradas com peças do mesmo padrão. Testar estanqueidade após reparo com teste de mangueira.Telhador especializadoCapacete, talabarte, linha de vidaZero infiltração no teste de mangueira
FRENTE 04 Adequação dos Nichos e Fechamentos — Parede de Fundo da Nave Duração estimada: 2–3 dias por nicho
#AçãoMaterialResponsávelCritério de Aceite
4.1Remover as chapas de compensado naval que tamponaram os 2 nichos. Inventariar o estado interno: verificar reboco existente, profundidade do nicho, instalações remanescentes, umidade.Pedreiro + Eng. CivilLaudo do estado do nicho antes de fechar
4.2Verificar se os nichos são vãos abertos para o exterior (passagem do duto) ou fechados. Se houver abertura para exterior: vedar completamente com alvenaria de tijolo maciço (não usar apenas reboco — vedação estrutural obrigatória).Tijolo maciço, argamassa de assentamentoPedreiroVedação sólida, sem vão residual
4.3Chapisco + emboço + reboco nos nichos. Esperar cura de cada camada (mínimo 24h entre chapisco e emboço, 48h entre emboço e reboco). Usar tela de nylon na primeira camada se nicho > 15cm de profundidade para evitar fissuras.Argamassa de cal e cimento traço 1:2:8, tela nylonPedreiro especializadoReboco plano, sem fissuras, desempeno com nível
4.4Aguardar cura completa do reboco (mínimo 28 dias) antes da aplicação do sistema de pintura. Marcar os nichos no mapa de setores da planilha como "Área de Reparo Recente — cura obrigatória antes de pintar".Encarregado da obraUmidímetro ≤12% antes da pintura
4.5Aplicar selador acrílico SW + massa corrida (ambiente interno seco) + 2 demãos tinta SW 7004 Bola de Neve, nivelando exatamente com a parede adjacente. Cor, textura e acabamento devem ser indistinguíveis da parede original.Selador SW + Massa Corrida + SW 7004PintorVisual: impossível identificar o nicho após acabamento
Plano de Içamento e Logística — Diretrizes de Segurança
Regra Ouro — Içamento

Cargas Pesadas (> 200 kg)

Exige plano de rigging elaborado por profissional habilitado, guincho ou plataforma elevatória certificada. Proibido içamento manual improvisado. As evaporadoras de grande porte são candidatas a esta categoria — pesar antes de definir o método.

Proteção de Terceiros

Sinalização e Isolamento

Durante qualquer içamento externo: isolar a calçada no raio de queda + 2m. Vigília exclusiva na rua (uma pessoa não faz outra atividade). Placa "Risco de queda de objetos". Não realizar içamento em vias com tráfego de pedestres sem interdição formal.

Destinação Final

Descarte das Estruturas

Separar na rua: metais ferrosos (chapa, duto) para sucata metálica; PVC/plástico para descarte adequado; componentes elétricos para descarte especializado (REEE). Não descartar em caçamba comum sem triagem. Registrar peso total descartado no diário de obra.

Cronograma da Desmobilização — Antes do Início da Pintura
FrenteAtividadeSemana PrevistaPredecessoraEntregável
F01Remoção dos difusores internos da nave (4 cantos + púlpito)S1 – S2Instalação andaimes internosNave livre de estruturas evaporativas
F02Remoção dutos e evaporadoras da laje (1º patamar)S2 – S3Andaime externo + linha de vida lajeLaje liberada, bases removidas, pontos impermeabilizados
F03Remoção equipamentos sobre telhado cerâmico (2º patamar)S2 – S3Andaime fachadeiro 2º patamarTelhado sem equipamentos, telhas reparadas
F04Adequação nichos parede de fundo da naveS2 – S5F01 concluída (acesso interno)Nichos fechados, rebocados, em cura
Cura dos nichos + liberação para pinturaS5 – S7F04 concluída (28 dias cura)Umidímetro ≤12%, liberado para o sistema de pintura
INTERDEPENDÊNCIA COM A OBRA DE PINTURA: A desmobilização do sistema evaporativo deve ser concluída antes do início de qualquer pintura interna na nave e antes da impermeabilização definitiva das lajes. Os furos, nichos e passagens dos dutos pela alvenaria/platibanda precisam estar fechados, rebocados e com cura completa para que a camada de impermeabilização e pintura seja aplicada de forma contínua e sem pontos frágeis. O planejamento integrado das duas frentes (desmobilização + pintura) é essencial para evitar retrabalho.
Checklist de Liberação — Desmobilização Concluída

Especificação Técnica CNS/SW

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Base Normativa

Todos os materiais desta obra foram atualizados conforme o Manual de Padronização da Pintura das Casas de Oração, aprovado na RMA de 29/09/2023 — ADM Londrina. O fornecedor exclusivo do convênio é a Sherwin-Williams. Contato convênio: Ir. Renan Amaro — (43) 99643-6083.

Sistemas de Pintura por Área — Padrão CNS
Área / ElementoProduto Padrão CNSLinha SWAcabamentoÁrea TotalDemãos
Paredes Externas (fachadas, complexo, pátio)Design Acrílico J162 — Cinza MédioDesign AcrílicoFosco1.772 m²2
Colunas e Molduras Externas (destaque)Design Acrílico J161 — NanquimDesign AcrílicoFosco120 m²2
Paredes Internas — Nave, Galeria, AdmDesign Acrílico SW 7004 — Bola de NeveMetalatex/DesignFosco1.019 m²2
Gesso / Tetos / ForrosDesign Acrílico SW 7757 — Branco Reflexo IntensoMetalatex/DesignFosco248 m²2
Barrados e Colunas InternasDesign Acrílico SW 2859 — Farinha de BijuDesign AcrílicoAcetinado284 m²2
Letreiro "Em Nome do Senhor Jesus"Tinta Acrílica Preto AbsolutoDesign AcrílicoFosco2
Metais — gradis, portões, estruturasEsmalte Sintético — Cinza MédioNovacor EsmalteBrilhante137 m²3 (c/primer)
Pisos Externos — estacionamento/calçadasNovacor Piso Ultra — Cinza ChumboNovacor Piso744 m²2
Guia TátilNovacor Piso Ultra — VermelhoNovacor Piso110 m²2
Portas de MadeiraVerniz Brilhante MarítimoVerniz MarítimoBrilhante32 m²3
Compatibilização de Materiais — Decisões Críticas
Jamais nas externas

Massa Corrida

Exclusivamente em ambientes internos secos. Incompatível com umidade e intempéries. Substituir sempre por Massa Acrílica SW em qualquer área externa ou úmida.

Externas e úmidas

Massa Acrílica

Resistente à água após cura. Obrigatória em fachadas, sacadas e áreas úmidas eventuais. Produto padrão CNS para todas as áreas externas da obra.

Primer obrigatório

Primer Anticorrosivo

Obrigatório antes de qualquer esmalte em metal. Sem primer, a durabilidade cai de 2–3 anos para menos de 12 meses. Incluído na especificação de todos os 12 itens metálicos.

Entrega Técnica

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

Prazos de Garantia por Sistema
Sistema AplicadoGarantia MínimaCondições de ValidadeNBR
Pintura acrílica externa (J162/J161)3 anosSem intervenção de terceiros, manutenção semestral executada, sem abrasivosNBR 13245
Impermeabilização (manta asfáltica)5 anosProteção mecânica íntegra, sem perfurações, inspeção anualNBR 9574
Pintura interna (SW 7004 / SW 7757)2 anosLimpeza apenas com pano úmido, sem produtos abrasivosNBR 13245
Esmalte em metais2 anosRetocar arranhões em até 30 dias, sem exposição químicaNBR 13245
Verniz em madeira2 anosRenovar demão anual, não expor a água estagnadaNBR 13245
Plano de Manutenção Preventiva Pós-Obra — NBR 5674
PeriodicidadeAtividadeMétodoResponsávelRegistro
SemestralInspeção visual de fachadas externas e áreas metálicasPercurso visual + relatório fotográficoTéc. habilitadoFicha de inspeção assinada
SemestralInspeção do telhado, calhas e platibanda — antes das chuvasInspeção visual + limpeza de calhasTéc. habilitadoRelatório com fotos
AnualLavagem de fachadas com lavadora de alta pressãoDetergente neutro, 120–200 barEmpresa especializadaNota fiscal do serviço
AnualVerificação e retoque de juntas de dilataçãoInspeção visual + flexão manualEng. CivilFicha de inspeção
AnualTratamento de madeiras externasLixamento leve + 1 demão verniz SWEmpresa especializadaRegistro de serviço
3–5 anosRetoque interno de pintura — áreas de maior desgasteLixamento leve + 1 demão de retoquePintor credenciadoOrdem de serviço
5–7 anosRepintura geral externa — sistema completoNovo memorial técnico + sistema CNS/SWEmpresa especializadaNovo RDT
Documentação de Entrega — Pasta Técnica da Obra
Técnica

Memorial e Laudos

  • Memorial descritivo final
  • Laudos técnicos
  • ART do engenheiro
  • Fichas técnicas dos produtos
Rastreabilidade

Controle de Materiais

  • NFs de compra
  • Registro de lotes por setor
  • Certificados SW
  • Mapa comparativo de compras
Segurança

Dossiê NR

  • DDS e APRs arquivados
  • PTSs emitidas
  • Fichas de EPI
  • Registros de treinamento NR-35
Fotos

Relatório Fotográfico

  • Fotos antes / durante / depois
  • Pareadas por setor
  • Fotos de drone arquivadas
  • Registro de patologias tratadas

Contatos do Programa CNS — Pintura Programada · ADM Londrina

Coordenador CNS RA Londrina: Ir. Eliseu do Vale — (43) 99101-0800
Secretário RA Londrina: Ir. Antônio Amaro — (44) 99965-7455
Coordenador Técnico Pintura: Ir. Renan Amaro — (43) 99643-6083
Coordenador MP RA Londrina: Ir. Welton de Godoi — (43) 99626-5572

Segurança do Trabalho

Documentação técnica · Padrão CNS / ADM Londrina

ACESSO ÀS LAJES VIA ESCADA CARACOL METÁLICA: O acesso às coberturas é feito por escada caracol com guarda-corpo tipo gaiola. Para todo serviço nas lajes: linha de vida horizontal obrigatória em todo o perímetro, PTS individual por turno, mínimo 2 pessoas na laje simultaneamente (resgatista designado).
Normas Regulamentadoras — Aplicação Prática
NRDocumento GeradoResponsávelPeriodicidadeCritério
NR-01APR — Análise Preliminar de RiscoEng. SegurançaPor tarefa / diáriaPreenchida antes de cada atividade
NR-01DDS — Diálogo Diário de SegurançaEncarregadoInício de cada jornada (10 min)Lista de presença assinada
NR-06Ficha de EPI + Recibo de EntregaAlmoxarifeA cada entregaAssinatura do colaborador
NR-07ASO — Atestado de Saúde OcupacionalMédico do TrabalhoAdmissional + AnualValidade verificada antes da mobilização
NR-18PCMAT — Programa de CondiçõesEng. SegurançaAntes do início da obraArquivado com ART do engenheiro
NR-18Checklist de AndaimeMontador habilitadoA cada turnoGuarda-corpo 1,20m + rodapé 20cm
NR-35PTS — Permissão de Trabalho em SuperfícieSupervisorPor jornada em alturaTodo trabalho acima de 2,0m
NR-35Controle de Treinamento (mín. 8h)Eng. SegurançaPor treinamentoCertificado válido por 2 anos
EPIs Obrigatórios — Trabalho em Altura
Proteção da Cabeça

Capacete Classe A/B

Com jugular obrigatória. Inspeção visual diária. Substituir após impacto ou a cada 5 anos.

Sistema Anticaída

Talabarte Y + Cinturão

Talabarte duplo com amortecedor. Cinturão paraquedista 5 pontos. Inspeção antes de cada uso.

Proteção

Trava-Quedas Retrátil

Mínimo 6m de curso, trava em 0,3m. Teste funcional semanal. Descartar após qualquer solicitação anômala.

EPC

Linha de Vida

Cabo de aço 10mm ou fita EN 795-C. Obrigatória em todo o perímetro das lajes. Ponto de ancoragem certificado.

Checklist de Segurança — Diário de Obra